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CASO BANCO MASTER

Advogado de "Sicário" de Vorcaro contesta PF e afirma que ele não teve morte cerebral

Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão é apontado como responsável pela obtenção de informações sigilosas, monitoramento de adversários e neutralização de situações consideradas sensíveis aos interesses do dono do Banco Master

Publicado em: 06/03/2026 às 11h:16
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O advogado de Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, apontado como “sicário” de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, contestou nesta quinta-feira (5) as informações divulgadas pela Polícia Federal de Minas Gerais e afirmou que não foi aberto protocolo de morte cerebral para o cliente. Apesar disso, a defesa classificou o estado de saúde de Mourão como grave.

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Luiz Phillipi Mourão, conhecido como Sicário | abc+



Luiz Phillipi Mourão, conhecido como Sicário

Foto: Reprodução

“De acordo com o boletim médico divulgado hoje à tarde, o estado de saúde de Luiz Phillipi continua grave e ele permanece em monitoramento no CTI do Hospital João XXIII. Não houve alteração de ontem para hoje e não estão presentes, até o momento, os requisitos clínicos que autorizem o início do protocolo de morte cerebral. Amanhã, no horário de visitas, entre 14h30 e 15h30, teremos informações atualizadas”, afirmou o advogado Robson Lucas, que representa Mourão.

A Polícia Federal de Minas Gerais chegou a informar que Mourão teria cometido suicídio nesta quarta-feira, 4. Uma nota nacional da corporação não confirmava o óbito. Segundo a corporação, o ‘Sicário’ foi encontrado desacordado na cela em que estava custodiado na Superintendência Regional da PF no Estado. A tentativa ocorreu enquanto Mourão permanecia preso no local após ser detido na terceira fase da Operação Compliance Zero.

Em nota, a PF afirmou que, ao tomarem conhecimento da situação, policiais federais prestaram socorro imediato. “Foram iniciados procedimentos de reanimação e acionado o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu)”, informou a corporação.

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De acordo com fontes da investigação, Mourão teria se enforcado usando a própria camiseta. Ele foi inicialmente reanimado por cerca de 30 minutos pelo Grupo de Pronta Intervenção da PF em Minas Gerais (GPI) e, em seguida, encaminhado ao Hospital João XXIII pela equipe do Samu.

Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, conhecido como “Sicário”, é apontado nas investigações como responsável pela obtenção de informações sigilosas, monitoramento de adversários e neutralização de situações consideradas sensíveis aos interesses de Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master.

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