O ciclone extratropical, que deixa o Rio Grande do Sul em alerta desde segunda-feira (8), está causando ventos intensos no Paraná. Na cidade de Marumbi Pico, as rajadas chegaram a 131,8 km/h às 9h39 desta quarta-feira (10).

Foto: Gilson Abreu/AEN/Governo do Paraná
O dado é da estação meteorológica do Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar). Segundo eles, esta foi a rajada mais intensa registrada na manhã de hoje em todo o estado paranaense. A cidade de General Carneiro também chegou a registrar 80,3 km/h. Em outros locais, os ventos não passaram dos 78 km/h.
A Defesa Civil do Paraná afirma que, mesmo que o ciclone não vá passar diretamente pelo estado, está impactando a condição do tempo. Além do vento, o fenômeno também causou chuvas volumosas entre segunda e terça-feira (9), com acumulados históricos.
A precipitação chegou a 59,6 milímetros em Loanda, o maior de todo 2025 na cidade. O mesmo aconteceu em Londrina, que registrou 85 milímetros. Na quinta-feira (11), a instabilidade deve diminuir no Paraná.
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Ciclone causa estragos no RS?
No RS, o ciclone causou danos em 25 cidades gaúchas. Entre as cidades mais afetadas, está Flores da Cunha, que foi atingida por um tornado na noite de segunda-feira (8), e Osório que teve alagamentos.
A previsão é que o impacto do fenômeno diminua a partir desta quarta-feira (10). Ainda assim, há risco de danos e falta de energia, principalmente no Leste e Sul do RS.