abc+

POLÍTICA

Flávio Bolsonaro se reúne com Milei e diz que brasileiros sentem inveja de "onda de direita"

Filho do ex-presidente Jair Bolsonaro criticou medidas econômicas do governo de Luiz Inácio Lula da Silva e afirmou que o Brasil voltará ser "irmão da Argentina"

Publicado em: 29/06/2026 às 11h:55 Última atualização: 29/06/2026 às 11h:56
Publicidade

O senador Flávio Bolsonaro (PL) deve se encontrar nesta segunda-feira (29) com o presidente da Argentina, Javier Milei, na residência oficial da presidência, a Quinta de Olivos. O pré-candidato ao Palácio do Planalto cumpre uma série de agendas no país vizinho.

Publicidade

Senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) | abc+



Senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ)

Foto: Andressa Anholete/Agência Senado

Neste domingo, 28, Flávio discursou na abertura da Latin America Chairmen’s Conference, evento da comunidade judaica global, em Buenos Aires, e teceu elogios ao mandatário argentino.

O postulante à Presidência destacou as recentes vitórias da direita na América do Sul, como no Peru e na Colômbia, e disse que os brasileiros sentem “inveja” de seus vizinhos sulamericanos.

“Nós, brasileiros, olhamos para esse mapa hoje com um pouco de inveja. Porque enquanto nossos vizinhos, um a um, escolhem a liberdade e a ordem, o Brasil ainda está preso ao passado. Somos a peça que falta nesse mapa. E estou aqui para dizer, sem rodeios: em outubro, isso muda”, disse Flávio Bolsonaro.

O filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) criticou as medidas econômicas do governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e afirmou que o Brasil voltará ser “irmão da Argentina”.

Publicidade

“Enquanto o presidente Milei punha ordem na casa, Lula desordenava a nossa”, afirmou o senador, criticando os patamares das taxas de juros de cartões de crédito no mercado brasileiro.

“Quero terminar dizendo algo que falei na semana passada, na Marcha para Jesus: a partir de 2027, o Brasil voltará a ser mais irmão da Argentina mais do que nunca”, disse.

Lula é antissemita, acusa Flávio

Publicidade

Em tom de pré-campanha e mirando a eleição presidencial de 2026, o senador criticou a atual condução da política externa e da segurança pública no Brasil, projetando uma guinada ideológica em caso de vitória nas urnas em outubro.

O senador repudiou o posicionamento oficial do governo brasileiro em fóruns internacionais a respeito do conflito na Faixa de Gaza: “Ali disse uma frase que quero repetir em voz alta e clara, porque falo com convicção: Lula é antissemita.”

Publicidade

“No meu primeiro dia como presidente, vou retirar as credenciais e o embaixador do Brasil em Teerã, e restabelecer o novo embaixador de Israel em Brasília. Em 2027, o Brasil não só voltará a ter embaixador perante Israel, mas dará o passo de mover sua embaixada para a capital de Israel, Jerusalém”, disse.

Publicidade

Matérias Relacionadas