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LUTO

"Iluminava os espaços": Quem era a jornalista encontrada morta em Brasília

Sindicato dos Jornalistas do Distrito Federal (SJPDF) e o Coletivo de Mulheres Jornalistas do DF publicaram nota de pesar pela morte da comunicadora

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Publicado em: 09/06/2026 às 11h:21 Última atualização: 09/06/2026 às 11h:21
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“Ela iluminava os espaços com seu companheirismo, coração grande e seu sorriso acolhedor”: é assim que a jornalista Cristiane Sampaio foi descrita pelo Sindicato dos Jornalistas do Distrito Federal (SJPDF) e o Coletivo de Mulheres Jornalistas do DF. A comunicadora foi encontrada morta no apartamento onde morava.

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Jornalista Cristiane Sampaio morreu na segunda-feira (8) em Brasília | abc+



Jornalista Cristiane Sampaio morreu na segunda-feira (8) em Brasília

Foto: Redes Sociais/Reprodução

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Cristiane foi encontrada morta na segunda-feira (8), segundo o portal de notícias g1. Ela não possuía sinais de violência e a causa da morte da jornalista não foi informada.

O sindicato e o coletivo publicaram uma nota de pesar conjunta ainda na noite de segunda-feira. “Perdemos uma amiga carinhosa, uma companheira de luta exemplar”, escreveram. “Sua falta será sentida em todos os espaços da nossa profissão e militância.”

Formada em Jornalismo pela Universidade Federal do Ceará (UFC), Cristiane trabalhou em veículos como O Globo e TV Verdes Mares no estado cearense, onde nasceu.

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Já em Brasília, destacou-se como setorista do Congresso Nacional pelo Brasil de Fato, onde atuou por nove anos. Mais recentemente, fez parte da equipe de produção da TV Câmara.

No SJPDF, Cristiane exerceu o cargo de diretora por duas gestões consecutivas, entre 2019 e 2025. O sindicato lembra dela como “sempre empenhada na luta em defesa da categoria e do jornalismo de qualidade, atuando com dedicação especial na coordenação de Formação”.

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Ainda na nota, Cristiane é descrita como estudiosa e uma “repórter de ‘alma amanteigada’ e sempre em busca da ‘palavra exata’”. “Sua trajetória profissional foi marcada pela versatilidade e pelo rigor técnico, com passagens pelo jornalismo impresso, telejornalismo, produção e revisão.”

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“Como jornalista, Cris ostentava três características fundamentais da nossa profissão: curiosidade, rigor jornalístico e humanidade”, escrevem. “Como amiga e sindicalista, ela iluminava os espaços com seu companheirismo, coração grande e seu sorriso acolhedor.”

“A diretoria do SJPDF e o Coletivo de Mulheres Jornalistas do DF sentem muito a sua partida”, escreveram. “Prestamos nossa solidariedade e enviamos nosso carinho aos demais amigos e colegas da Cris e a seus familiares neste momento de imensa dor.”

Por fim, usaram o trecho de uma música do cantor Toquinho que era querida por Cristiane e “que seguirá pulsante dentro de todas e todos que tiveram o privilégio da sua convivência”: “Voa, coração, a minha força te conduz/ (…) vai onde a aurora mora e acorda um lindo dia/ Colhe a mais bela flor que alguém já viu nascer.”

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Ainda não há informações quanto ao velório.

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