A La Niña atingiu nos últimos dias seu pico desde que a NOAA (Administração Nacional Oceânica e Atmosférica em tradução livre do inglês) confirmou o retorno do fenômeno em outubro. Apesar disso, segue classificada como fraca, mas suficiente para influenciar o clima no Brasil.
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Essa faixa do Pacífico costuma afetar a chuva no Rio Grande do Sul. Quando se resfria nesta época, tende a diminuir as precipitações no Estado, impactando especialmente a agricultura, segundo a MetSul Meteorologia.
Duração e projeções
Os dados indicam que este será um episódio curto e de baixa intensidade, com término previsto entre janeiro e fevereiro. A tendência aponta retorno à neutralidade ainda no verão.
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Modelos da Universidade de Colúmbia mostram probabilidade para La Niña até fevereiro, com avanço da neutralidade nos meses seguintes, cenário que reduz riscos extremos persistentes.
Como o fenômeno afeta o Brasil
A La Niña ocorre quando as águas do Pacífico Equatorial ficam mais frias, alterando padrões de vento e chuva. No Brasil, seus efeitos variam. O Sul tende a registrar menos precipitação, enquanto Norte e Nordeste costumam receber mais chuva.
O fenômeno também altera temperaturas, favorecendo entradas de ar frio no Sul e aumentando o risco de ondas de calor no verão. Em escala global, contribui para amenizar o aquecimento, embora, como ressalta a MetSul, o impacto seja hoje menor diante das altas temperaturas recordes planetárias.
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