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ASTRONOMIA

Lua de Sangue vai pintar o céu do Brasil; saiba se espetáculo poderá ser visto no RS

Entenda o que significa termo e quando espetáculo poderá ser observado

Publicado em: 20/02/2026 às 09h:51 Última atualização: 20/02/2026 às 10h:01
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Os amantes da astronomia devem se preparar: uma Lua de Sangue irá pintar o céu em pouco mais de duas semanas. O espetáculo poderá ser visto em diversas partes do mundo, incluindo no Brasil.

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Lua de Sangue vai pintar o céu do Brasil; saiba se espetáculo poderá ser visto no RS

Foto: NASA/Jordan Cochran

A Lua de Sangue é nada mais do que um eclipse lunar total, que acontecerá no dia 3 de março. O nome vem da coloração que o satélite ganha durante o fenômeno.

Durante o eclipse lunar total, a Terra bloqueia a maioria dos raios solares, impedindo que a luz chegue até a Lua. O pouco de iluminação que chega no satélite é “filtrado” pela atmosfera da Terra. “É como se o pôr e o nascer do sol de todos os dias fossem projetados na Lua”, explica a Nasa.

Assim, o eclipse lunar total faz com que a Lua fique avermelhada e alaranjada. “Esse alinhamento só pode acontecer durante a Lua cheia.”

No entanto, o astrônomo Marcos Rogério Calil, do observatório Urânia Planetário, afirma que o termo Lua de Sangue é um nome popular e não um termo científico.

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Lua de Sangue poderá ser observada no RS?

O eclipse lunar total será um dos primeiros grandes fenômenos no céu de 2026, segundo o astrônomo. Apesar do eclipse lunar poder ser observado em todo Brasil, algumas regiões terão uma visão melhor do que outras.

“Na parte oeste do país, o eclipse será observado principalmente como penumbral, visível durante o ocaso da Lua, quando o satélite natural apresenta uma leve redução de brilho”, explica o professor.

Já nas regiões central e leste, a Lua de Sangue será visível apenas parcialmente. No Rio Grande do Sul, no entanto, o fenômeno será pouco perceptível.

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Inclusive, o professor Calil afirma que o eclipse nem poderá ser percebido em parte do País, principalmente em locais com grande iluminação.

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