A patente da semaglutida, princípio ativo de medicamentos como Ozempic e Wegovy, expira no Brasil nesta sexta-feira (20), abrindo mercado para mais de uma dezena de farmacêuticas produzirem concorrentes para o medicamento que tem sido usado para controle da diabetes e emagrecimento.
Há expectativa também para redução de preço no mercado, que deve chegar a 20% do valor nas farmácias.
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Foto: Anad/Divulgação
De acordo com a dinamarquesa Novo Nordisk, fabricante do Ozempic, o encerramento de uma patente é etapa natural no ciclo de vida de qualquer inovação. “A empresa está preparada para atuar com solidez neste novo contexto”.
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Em nota, a empresa disse também que a inovação é um de seus pilares centrais há mais de um século, e que segue orientando sua estratégia de longo prazo, traduzida em um portfólio de medicamentos transformadores e em um pipeline robusto, com potencial para gerar novos avanços relevantes no cuidado das doenças crônicas graves e contribuir para sistemas de saúde mais fortes, resilientes e sustentáveis.
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A empresa disse também que Brasil continua sendo um dos mercados mais estratégicos para a Novo Nordisk globalmente, e que seu plano permanece inalterado.
Entre as empresas que já pediram registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para produzir seus próprios remédios a base de GLP-1, estão a EMS, Hypera, Biomm, Cimed e Eli Lilly.