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Quem é Larissa Nara Rezende, empresária presa após entrar para a lista vermelha da Interpol

Mesmo condenada, Larissa mantinha rotina de luxo com publicações nas redes sociais

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Publicado em: 11/06/2026 às 10h:42 Última atualização: 11/06/2026 às 10h:43
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A empresária e estilista Larissa Nara Rezende foi presa na sexta-feira (5) no Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo.

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Natural de Uberaba, ela desembarcava de um voo vindo de Londres, na Inglaterra, quando foi detida pela Polícia Federal.

Larissa Nara Rezende | abc+



Larissa Nara Rezende

Foto: Redes sociais

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Larissa estava na lista vermelha da Interpol por condenação definitiva relacionada ao financiamento do tráfico internacional de drogas.

A captura aconteceu durante a Operação Cerco Fechado. A ação reúne trabalho integrado de inteligência das forças de segurança, conforme informações apuradas pelo g1.

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A Justiça Federal condenou Larissa em março de 2026 a 8 anos, 9 meses e 22 dias de prisão. O crime foi financiar o tráfico internacional de drogas. A condenação resultou na expedição de mandado de prisão contra ela.

Após a detenção, a empresária foi encaminhada para a Penitenciária Feminina de Sant’Anna, em São Paulo.

 

Rotina de luxo nas redes sociais

Após a condenação em março, ela seguia publicando fotos de viagens internacionais. Os conteúdos mostravam participação em eventos de moda e experiências relacionadas a marcas de luxo.

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Os setores de inteligência da Polícia Federal identificaram que a condenada deixou o Triângulo Mineiro. Ela seguiu para a Europa antes de retornar ao Brasil.

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Vínculo com escola de moda

Larissa é proprietária de uma loja de roupas em Uberaba. Em publicação nas redes sociais, ela afirmava fazer parte do Instituto Marangoni.

A escola italiana de moda, design e artes tem unidades em cidades como Milão, Paris, Londres, Dubai e Miami. A empresária não informava qual era o vínculo com a instituição.

O g1 entrou em contato com o Instituto Marangoni para confirmar se Larissa tem vínculo com a escola. Não houve retorno até a última atualização da reportagem.

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A inclusão no sistema internacional de procurados ocorreu após a Justiça Federal expedir o mandado de prisão.

A Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública de Minas Gerais informou que a empresária já havia ficado 7 dias presa em 2013. A motivação da prisão anterior não foi detalhada.

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A Polícia Federal informou que as investigações continuam. O objetivo é localizar outros suspeitos e desarticular organizações criminosas envolvidas com o tráfico de drogas e a lavagem de dinheiro.

A reportagem entrou em contato com o advogado de Larissa, Vitor Colucci Daher. Não houve resposta até a última atualização da matéria.

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