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SÃO PAULO

Quem é o Azul do PCC, suspeito de ser o mandante do assassinato de Ruy Ferraz

Segundo Ministério Público de SP, delegado foi assassinado a mando do alto escalão do PCC como vingança

Publicado em: 13/01/2026 às 14h:46 Última atualização: 13/01/2026 às 14h:46
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Entre os detidos pela Polícia Civil de São Paulo nesta terça-feira (13) como suspeitos de serem mandantes do assassinato do delegado Ruy Ferraz Fontes, está Fernando Alberto Ribeiro Teixeira, conhecido como Careca ou Azul, um dos líderes do PCC.

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O que se sabe sobre o assassinato do ex-delegado Ruy Ferraz Fontes; vídeos mostram perseguição e execução | abc+



O que se sabe sobre o assassinato do ex-delegado Ruy Ferraz Fontes; vídeos mostram perseguição e execução

Foto: Reprodução

Teixeira, de 48 anos, é apontado, segundo a Secretaria da Segurança Pública do Estado de São Paulo, como um dos articuladores do mando da ação criminosa, com indícios de participação no planejamento, na coordenação logística e na execução indireta do delito.

Ele foi preso em Jundiaí e teve dois celulares apreendidos.

Além dele, foram presos Márcio Serapião de Oliveira, o Velhote, membro do PCC investigado por apoio estratégico e logístico, e Manoel Alberto Ribeiro Teixeira (Manezinho ou Manoelzinho), também membro da facção criminosa e investigado pelo apoio logístico e operacional.

A reportagem busca contato com a defesa dos três detidos. Assim que conseguir, esta reportagem será atualizada.

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Ruy Ferraz foi morto em setembro, em Praia Grande, cidade no litoral paulista onde ele era secretário.

Segundo o Ministério Público de SP, Fontes foi assassinado a mando do alto escalão do Primeiro Comando da Capital (PCC) como vingança. Ele chefiou a Polícia Civil paulista entre 2019 e 2022.

Em 2006, foi o responsável por indiciar toda a cúpula do PCC, inclusive Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola – e era conhecido por sua atuação contra a facção.

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Em 2019, durante a gestão do então delegado geral, Azul foi um dos presos transferidos em 2019 da Penitenciária de Presidente Venceslau, em São Paulo, para presídios federais, a pedido do Ministério Público (MPSP). Ele cumpriu pena em Mossoró (RN) e deixou o presídio no mês passado.

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