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CÁRCERE PRIVADO

"Quero pedir socorro": Bilhetes desvendam mistério sobre crime que envolveu mãe e filha na Região Sul do Brasil

"Se a polícia vier, sem alarde, por favor. É melhor entrarem pela sacada", dizia um dos bilhetes

Publicado em: 15/07/2025 às 16h:29 Última atualização: 15/07/2025 às 16h:29
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Mãe e filha foram resgatadas dentro do próprio apartamento neste sábado (12), em Pinhais, região metropolitana de Curitiba, após serem mantidas em cárcere privado por dois dias. O suspeito foi preso em flagrante.

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Mãe e filha são resgatadas de cárcere privado no PR após vizinho encontrar bilhetes de socorro | abc+



Mãe e filha são resgatadas de cárcere privado no PR após vizinho encontrar bilhetes de socorro

Foto: Reprodução

De acordo com a Polícia Militar do Paraná, as equipes foram acionadas por um vizinho após ele encontrar bilhetes das vítimas pedindo ajuda. Elas eram moradoras do edifício e indicaram no papel em qual apartamento estavam.

“Quero pedir socorro, pois estou em cárcere privado deste quinta (10 de julho) pela manhã. Eu e minha mãe”, diz um dos bilhetes. “Se a polícia vier, sem alarde, por favor. É melhor entrarem pela sacada.” “Ajude-nos, pois não nosso usar o celular.”

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Após entrar à força no apartamento, a polícia encontrou as duas mulheres amarradas em um quarto. Elas informaram, então, que o suspeito havia fugido, pulando para o apartamento vizinho.

Com o apoio de outro morador do condomínio, também policial militar, os agentes conseguiram entrar no imóvel ao lado do das vítimas e encontraram o suspeito. Ele foi preso em flagrante.

Não foi divulgado se ele era conhecido das vítimas, nem a possível motivação do crime. “Durante a ação, uma mochila contendo cintas plásticas, fitas adesivas, ferramentas, o celular de uma das vítimas e R$ 2,7 mil em dinheiro foi apreendida”, diz a PM.

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As mulheres foram atendidas por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), acionado para o local, e encaminhadas à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Pinhais.

Após serem liberadas pela equipe média, foram acompanhadas até a delegacia da Polícia Civil do Paraná (PCPR), onde prestaram depoimento.

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