abc+

PAÍS

Segundo tremor de terra em 48 horas é registrado na costa brasileira; especialista explica o fenômeno

Novo abalo de magnitude 3.1 ocorreu na manhã desta sexta-feira

ico ABCMais.com azul
Publicado em: 22/05/2026 às 11h:59 Última atualização: 22/05/2026 às 12h:01
Publicidade

Um novo tremor de terra de magnitude 3.1 foi registrado na costa do Rio de Janeiro, a cerca de 100 quilômetros do município de Maricá, às 6h50 (horário de Brasília) desta sexta-feira (22).

Publicidade

Não há relatos de que o sismo tenha sido sentido pela população. Este é o segundo sismo registrado na região nas últimas 48 horas. O evento anterior a este teve magnitude 3.3 e ocorreu às 5h31 de quinta-feira (21).

Um novo tremor de terra de magnitude 3.1 foi registrado na costa do Rio de Janeiro | abc+



Um novo tremor de terra de magnitude 3.1 foi registrado na costa do Rio de Janeiro

Foto: Reprodução

FAÇA PARTE DA COMUNIDADE DO ABCMAIS NO WHATSAPP

Os abalos sísmicos foram registrados pelas estações da Rede Sismográfica Brasileira (RSBR) e analisados pelo Centro de Sismologia da USP.

A RSBR é coordenada pelo Observatório Nacional (ON/MCTI) com apoio do Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM).

Publicidade

LEIA TAMBÉM: Receita abre consulta ao maior lote de restituição do IR da história; saiba como consultar

O Observatório Nacional vem conduzindo atividades para reativação da transmissão em suas estações sismográficas localizadas no sudeste do Brasil, o que possibilitou a localização rápida dos eventos.

De acordo com o sismólogo Gilberto Leite, esse tipo de evento é relativamente comum no Brasil e não representa risco para a população.

Publicidade

“O Brasil registra pequenos tremores de terra com certa frequência, especialmente devido às tensões tectônicas que atuam na crosta terrestre. Na maioria dos casos, esses abalos têm baixa magnitude e não chegam a ser sentidos”, explica.

Treine seu cérebro: Caça-palavras e Sudoku grátis no ABCmais Jogos. Acesse agora!

Publicidade

“A margem sudeste do Brasil, em particular, é considerada a principal zona sísmica offshore do país, onde pequenos terremotos ocorrem de forma relativamente frequente”.

Gilberto ressaltou ainda que não é possível prever o comportamento da atividade sísmica na região. Em outras palavras, não há como saber se ocorrerá um novo tremor, quando ele poderá acontecer ou qual será sua magnitude.

RELEMBRE: Cidade da Serra gaúcha registra tremores de terra e assusta moradores; entenda o que acontece

Publicidade

“O que sabemos é que o histórico de sismicidade dessa região é marcado principalmente por eventos de baixas magnitudes, como estes registrados recentemente. Além disso, seguimos monitorando continuamente a área por meio das estações sismográficas que a RSBR mantém distribuídas pelo Brasil.”

Publicidade

Matérias Relacionadas