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Suruba em cela: O que se sabe sobre policial que manteve relações sexuais com 5 detentos

Detentos relataram que investigador chegou embriagado à unidade e os forçou a manter relações sexuais

ico ABCMais.com azul
Publicado em: 20/10/2025 às 11h:15
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Um investigador da Polícia Civil do Amazonas (PCAM) está sendo investigado pela Corregedoria por supostamente obrigar cinco detentos a manter relações sexuais com ele dentro de uma cela na 76ª Delegacia Interativa de Polícia (DIP), em Santa Isabel do Rio Negro, interior do estado. A investigação foi aberta após os presos relatarem que o policial chegou embriagado à delegacia e cometeu os abusos.

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76ª Delegacia Interativa de Polícia (DIP), em Santa Isabel do Rio Negro, no Amazonas | abc+



76ª Delegacia Interativa de Polícia (DIP), em Santa Isabel do Rio Negro, no Amazonas

Foto: Polícia Civil do Amazonas

Durante o incidente, os detentos conseguiram tomar a arma do investigador. No dia seguinte, eles procuraram o chefe de polícia local para denunciar o ocorrido e devolver a arma que haviam retirado do policial.

Segundo testemunhas, o servidor havia participado de uma festa antes de entrar armado na carceragem. O estado de embriaguez teria levado o investigador a cometer os abusos contra os cinco homens que estavam sob custódia na unidade policial.

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O caso está sendo apurado no município de São Gabriel da Cachoeira. A Corregedoria instaurou um Processo Administrativo Disciplinar (PAD) para investigar os fatos, e o policial foi afastado de suas funções enquanto as investigações ocorrem sob sigilo.

Se as acusações forem comprovadas, o investigador poderá responder por abuso de autoridade, crime sexual e improbidade administrativa. O depoimento oficial do acusado ainda não foi colhido pelas autoridades responsáveis pela investigação.

A Polícia Civil do Amazonas, em nota oficial, informou “que as informações veiculadas estão sendo apuradas no município de São Gabriel da Cachoeira e o caso já foi devidamente encaminhado à Corregedoria-Geral do Sistema de Segurança Pública do Amazonas. A instituição também ressalta que o servidor foi afastado de suas funções e reforça que não compactua com quaisquer desvios de conduta.”

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