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AEROPORTOS

Trabalhadores da proteção ao voo anunciam greve; entenda as consequências

Sindicado faz cobranças por melhores condições de trabalho e segurança na aviação

Publicado em: 12/09/2025 às 20h:38 Última atualização: 12/09/2025 às 20h:39
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O Sindicato Nacional dos Trabalhadores na Proteção ao Voo (SNTPV) confirmou que os empregados aprovaram greve para os dias 24, 26 e 30 de setembro e 2 de outubro. O SNTPV representa o pessoal civil da empresa estatal NAV Brasil, que trabalha nos serviços de controle de tráfego aéreo no país.

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Avião de grupo especial da Aeronáutica vai sobrevoar Porto Alegre nesta semana | abc+



Avião de grupo especial da Aeronáutica vai sobrevoar Porto Alegre nesta semana

Foto: Sgto. Müller Marin/Divulgação

A paralisação será parcial, atingindo serviços de navegação aérea por apenas uma hora, em dois turnos: das 11 ao meio-dia e das 15 às 16h horas, sem afetar a segurança dos voos.

Motivos do movimento

Segundo a nota, a greve é motivada pela precarização das condições de trabalho, que já impacta a segurança aérea. O sindicato cobra o cumprimento de cláusulas do Acordo Coletivo 2023/2025.

Entre as reivindicações estão melhores condições no auxílio de saúde e a implantação do Plano de Cargos e Salários, medidas que foram acordadas em conciliação no Tribunal Superior do Trabalho (TST), mas não implementadas.

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Déficit de pessoal

O sindicato também denuncia a falta de reposição de servidores, lembrando que há 14 anos não ocorrem concursos públicos. Isso pressiona os trabalhadores a cumprir escalas exaustivas e muitas horas extras, argumenta o SNTPV.

De acordo com a nota, esse cenário gera risco à segurança da aviação. “A categoria já está no limite de sua capacidade funcional”, destacou o sindicato.

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Aviso antecipado

A entidade ressalta que a negociação do próximo Acordo Coletivo não é alvo da greve. O foco é cobrar promessas e direitos que não foram cumpridos, incluindo compromissos assumidos pela gestão em 2023.

O sindicato afirma que avisou com antecedência superior à exigida por lei, para que companhias aéreas e passageiros possam se organizar.

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“A greve é o último recurso para manter a segurança da aviação”, concluiu.

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