Jancilane Morgado encontrou partes do corpo do irmão, Thiago Lourenço Morgado, dentro de um freezer na residência que ele compartilhava com Bruno Guimarães da Cunha Chagas, no Morro de São Carlos, Estácio, região central do Rio de Janeiro.
A descoberta ocorreu nesta sexta-feira (18), após Thiago ter sido assassinado e esquartejado pelo colega de moradia.
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Foto: Reprodução
O crime foi descoberto depois que colegas da padaria onde Thiago trabalhava como gerente no centro do Rio receberam uma mensagem com escrita atípica no último domingo (13). A mensagem, supostamente enviada pela vítima, informava que ele não trabalharia mais no estabelecimento.
Funcionários da padaria, desconfiados do estilo de escrita diferente do habitual, alertaram a família de Thiago. Jancilane decidiu então visitar a casa do irmão para verificar o que havia acontecido.
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A irmã da vítima relatou durante entrevista coletiva no velório como encontrou os restos mortais: “Quando ele [o suspeito] abriu a casa, estava em um estado deplorável. Quando cheguei no quarto do Thiago as roupas dele estavam lá, os documentos, então eu falei que o Thiago não havia se mudado; peguei os documentos do meu irmão e, quando ele parou em frente à geladeira, eu disse que queria olhar dentro”.
Jancilane descreveu o momento exato da descoberta: “Quando ele abriu a geladeira, eu vi vários sacos e comecei a gritar que ele tinha matado meu irmão”.
Em depoimento à Delegacia de Homicídios da Capital (DHC), Bruno confessou o assassinato. Antes de esquartejar a vítima, o agressor teria batido restos mortais no liquidificador.
Ele alegou que a motivação teriam sido dois supostos estupros sofridos por ele. O homem afirmou que um dos abusos teria acontecido há aproximadamente oito meses e o outro há cerca de 90 dias. Ele alegou ainda que teria sido dopado pela vítima em todas as ocasiões.
A polícia investiga as circunstâncias do crime, incluindo como o assassinato foi executado e qual foi o destino dado a todas as partes do corpo da vítima.
*As informações são do Metrópoles