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NA BAHIA

VENENO EM DOCE: Adolescentes de 12 anos são investigados por plano de envenenar professoras para não reprovar de ano

Caso envolve três meninas e um menino de escola estadual de Salvador; vítimas seriam professoras de matemática e inglês

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Publicado em: 05/11/2025 às 09h:58 Última atualização: 05/11/2025 às 09h:58
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Quatro adolescentes planejavam entregar doces envenenados a professoras de uma escola estadual no bairro de São Caetano, em Salvador, Bahia, na sexta-feira (31). A Polícia Civil da Bahia confirmou a investigação do caso na terça-feira (4). A motivação do plano seria evitar reprovação escolar.

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A Delegacia para o Adolescente Infrator (DAI) conduz as investigações sobre o caso. Os estudantes têm apenas 12 anos e teriam tentado colocar veneno nos doces destinados a duas professoras.

Oitivas e diligências estão em andamento enquanto os laudos periciais são aguardados para esclarecer completamente os fatos.

Polícia investiga plano de envenenar professoras na Bahia | abc+



Polícia investiga plano de envenenar professoras na Bahia

Foto: TV TEM/Reprodução

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O vice-diretor teria descoberto o plano ao ouvir alunos comentando sobre o plano, os chamou para conversar, e eles teriam confessado o ato, evitando que as professoras de inglês e matemática consumissem os doces.

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Ainda não há confirmação se os doces realmente continham substâncias tóxicas, pois os resultados das análises ainda não foram divulgados.

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Delegada ficou estarrecida

Uma funcionária da escola, em denúncia anônima, relatou que o caso foi registrado pelas professoras na DAI. 

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“Fomos para a delegacia. Chegamos lá por volta de quase meio-dia e saímos por volta das três da tarde. A delegada ficou estarrecida — não apenas pelo motivo da tentativa de envenenamento, mas pela idade dos alunos. Doze anos, todos os quatro. Três meninas e um menino”, afirmou.

A Secretaria da Educação do Estado da Bahia (SEC) informou, por meio de nota, que está apurando a denúncia do suposto caso.

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A SEC também comunicou que a direção da unidade escolar realizou uma reunião com as famílias dos estudantes envolvidos e com equipes de saúde multidisciplinar, além de estar prestando assistência a toda a comunidade escolar.

Com informações dos sites Bahia.ba e g1.

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