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Acusado de fabricar armas para facção do Vale do Sinos quebra celular ao ser preso em São Leopoldo

Apenado com tornozeleira eletrônica fazia parte da produção clandestina descoberta pela 1ª Delegacia de Polícia de Novo Hamburgo

Publicado em: 13/03/2025 às 17h:53 Última atualização: 13/03/2025 às 17h:54
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Uma semana depois de descobrir uma fábrica clandestina de armas em um apartamento no bairro São Miguel, em São Leopoldo, agentes da 1ª Delegacia de Polícia de Novo Hamburgo prenderam um apenado envolvido no esquema. Ele tem 36 anos e estava em prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica. Quebrou o telefone celular durante a captura, na manhã desta quinta-feira (13).

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Quatro impressoras 3D, carregadores de pistola e material para a produção foram apreendidos n o último 6 em condomínio no bairro São Miguel | abc+



Quatro impressoras 3D, carregadores de pistola e material para a produção foram apreendidos n o último 6 em condomínio no bairro São Miguel

Foto: Polícia Civil

Com antecedentes por tráfico de drogas, roubo de veículo, posse irregular de arma de fogo e receptação, o criminoso mora em outro apartamento do condomínio onde eram produzidas as armas com impressoras 3D.

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“Estava com pequena quantidade de maconha, mas o suficiente para ser autuado em flagrante por tráfico de entorpecentes. Como quebrou o celular, onde acreditamos que havia mais provas da fábrica clandestina, foi indiciado também por obstrução da justiça”, declara o delegado da 1ª DP, Tarcísio Kaltbach.

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A segunda fase da Operação Engenho Bélico, conforme Tarcísio, cumpriu quatro mandados de busca nesta manhã no condomínio com apoio de agentes da 2ª e 3ª DPs de Novo Hamburgo. O delegado observa que as investigações prosseguem para identificar e prender mais envolvidos no esquema.

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Na quinta-feira da semana passada (6), os policiais apreenderam na fábrica clandestina quatro impressoras 3 D, um computador e 59 carregadores de pistola, de calibres 9 mm, 10 mm e 40, além de insumos para a produção. O material está avaliado em R$ 30 mil.

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De acordo com o delegado, a suspeita é que a maior facção do Estado, sediada no Vale do Sinos, esteja por trás do negócio. O nome do preso não é revelado por conta da lei de abuso de autoridade.

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