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LITORAL NORTE

Agressão a bebê em creche do RS tem prisão de ex-servidora: "Alegou que conteve de forma mais rígida"

Com a proporção do caso, mulher havia deixado região e era, até então, considerada foragida

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Publicado em: 15/04/2026 às 10h:56 Última atualização: 15/04/2026 às 10h:56
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Uma mulher de 23 anos, ex-servidora de uma creche municipal de Imbé, no litoral norte, foi presa preventivamente na tarde de terça-feira (14). Ela é suspeita de agredir um menino de 1 ano e oito meses durante atuação na Escola Municipal de Educação Infantil (Emei) Chapeuzinho Vermelho.

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Agressão a bebê em creche do RS tem prisão de ex-servidora: "Alegou que conteve de forma mais rígida" | abc+



Agressão a bebê em creche do RS tem prisão de ex-servidora: “Alegou que conteve de forma mais rígida”

Foto: Polícia Civil

Segundo o portal Litoral na Rede, o caso foi registrado no fim de março. O delegado Alexandre Souza informou que a mulher havia deixado o litoral norte e que era considerada foragida.

As autoridades tiveram conhecimento de que a suspeita estava em Novo Hamburgo, mas, enquanto a Polícia buscava pelo local exato, ela se apresentou nesta semana acompanhada por um advogado. O inquérito apura o crime de maus-tratos, com o agravante da vítima ter menos de 14 anos.

Em depoimento, a mulher negou as agressões. “Ela alegou que conteve de uma forma mais rígida a criança porque ela estava muito agitada. Negou as agressões e disse que apenas a conteve e que, depois, a criança acabou batendo a cabeça sozinha”, disse o delegado ao portal do litoral gaúcho.

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Em nota, Alexandre Souza explica que a suspeita foi flagrada pelas câmeras de vigilância da sala de uma creche agredindo o bebê. No mesmo ambiente, havia outras crianças e duas professoras – condutas que estão sendo analisadas dentro do prazo legal do inquérito policial, de 10 dias.

A Prefeitura de Imbé informou ao portal que, entre as três, duas são concursadas e a outra, contratada. A última foi demitida, enquanto as demais estão afastadas preventivamente por 30 dias. Além disso, foi instaurado Processo Administrativo Disciplinar (PAD), que segue em andamento. 

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