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Cachaça, embriaguez e sangue: O que se sabe sobre assassinatos em bar de Canoas

Polícia procura suspeito que escapou do estabelecimento após homicídios no domingo

Publicado em: 01/06/2026 às 12h:25 Última atualização: 01/06/2026 às 12h:26
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Maio acabou com violência, em Canoas, após duas mortes devido à briga com armas brancas. Foram dois homicídios na madrugada deste domingo (31), por volta de 1h40, em um pequeno bar na Rua Dom Feliciano, no bairro Niterói.

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Conforme a Polícia Civil, ainda não se sabe o que motivou a desavença. Porém, houve um ataque inicial no interior do estabelecimento, quando um homem esfaqueou no pescoço outro, identificado como André Luís Madeira Trindade, de 42 anos.

Homicídios na madrugada de domingo (31) aconteceram no bairro Niterói, em Canoas | abc+



Homicídios na madrugada de domingo (31) aconteceram no bairro Niterói, em Canoas

Foto: POLÍCIA CIVIL/REPRODUÇÃO

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Logo depois, a confusão foi parar na frente do estabelecimento, onde a primeira vítima era socorrida. Foi quando um terceiro homem tomou partido, entrou na briga e atacou mortalmente o primeiro agressor, identificado como Felipe Borges de Medeiros, 36, com golpes de faca.

O agressor responsável pelo segundo homicídio escapou correndo do local, pouco antes da chegada da Brigada Militar. Embora socorridos, os dois homens morreram na via pública em frente ao estabelecimento.

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A investigação é conduzida pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Canoas, que trabalha para encontrar o suspeito que fugiu do local. Em paralelo, as testemunhas que estavam no bar serão ouvidas.

A apuração inicial apontou que não havia muitas pessoas sóbrias no bar para prestar esclarecimentos na noite do crime. Os homens bebiam cachaça quando a confusão que acabou em sangue começou.

Para a polícia, uma testemunha-chave teria dito que não houve briga ou discussão inicial. Somente um ataque covarde com uma faca, que vitimou um trabalhador e pai de família que estava no endereço.

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À frente do 15º Batalhão da Polícia Militar (BPM), o tenente-coronel Clóvis Ivan Alves lamentou que, em pleno 2026, a violência possa explodir por conta de uma desavença por um motivo qualquer.

“Estamos colaborando com a DHPP para encontrar o suspeito de uma das mortes”, observa. “É impensável que, em uma desavença, por um motivo qualquer, possa chegar ao ponto de se tirar uma vida.”

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