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INESPERADO

Cartilagem de animal: Família de Novo Hamburgo passa mal após consumo de molho de tomate

Pai e filhos sofreram com infecção intestinal e vômitos; empresa se disponibiliza a analisar produto

Publicado em: 04/02/2026 às 19h:03
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Um molho de tomate comprado em um mercado no bairro Liberdade, em Novo Hamburgo, se tornou centro de um episódio inesperado. Após consumir o alimento, o comprador e os filhos relataram problemas de saúde, supostamente causados por uma contaminação no produto.

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André percebeu dentro da embalagem um objeto sólido, semelhante a uma cartilagem de animal | abc+



André percebeu dentro da embalagem um objeto sólido, semelhante a uma cartilagem de animal

Foto: Reprodução

Durante esse período, André Alexandro da Silveira e os filhos, de 7 e 20 anos, apresentaram problemas de saúde. No caso da criança, foi constatada uma infecção intestinal, conforme relatou André. “Deu muita ânsia de vômito em nós, bastante febre no meu pequeno (filho mais novo). Ele passou muito mal. A médica disse que foi algo que ele comeu”, disse.

No dia 30, ao tentar usar o restante do molho, André percebeu dentro da embalagem um objeto sólido, semelhante a uma cartilagem de animal. Até então, não havia suspeita de ligação entre o alimento e os sintomas sentidos, mas a descoberta reforçou a relação com os problemas de saúde enfrentados pela família.

O menino já se recuperou, mas André segue tomando medicamentos. Segundo ele, a validade do produto vai até novembro de 2027. Para preservar a prova, o metalúrgico congelou tanto o molho restante quanto o material encontrado. No dia 31 de janeiro, registrou boletim de ocorrência.

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No momento, o nome do mercado e da fabricante não são publicados, já que não há comprovação sobre a origem da contaminação. Em nota, o mercado afirmou que tomou conhecimento do relato e destacou que o item foi adquirido pela rede lacrado de fábrica, sendo a responsabilidade atribuída à indústria fornecedora. “Até o momento, não há registro de outros casos ou necessidade de recolhimento do lote”, informou.

A fabricante declarou que abriu processo interno no mesmo lote e que está em contato com André para avaliar o envio do produto e do material encontrado a um laboratório externo. O consumidor confirmou o contato, mas até o fechamento desta matéria não havia encaminhado os itens para análise.

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A empresa informou que a indicação é de que o produto seja consumido em no máximo três dias após ser aberto, considerando o armazenamento em recipiente fechado. Quanto à conclusão da perícia externa, o prazo para coleta é de três dias após a autorização do consumidor. Depois, inicia-se um prazo de dez dias para análise do laboratório.

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Família de Novo Hamburgo passa mal após consumo de molho de tomate
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