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REGIÃO METROPOLITANA

Caso de vereador gaúcho encontrado morto após desaparecer durante viagem tem desdobramentos 5 meses após crime

Gersinho morreu em janeiro deste ano; cinco pessoas são acusadas de envolvimento no crime

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Publicado em: 11/06/2025 às 18h:49 Última atualização: 11/06/2025 às 18h:55
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Cinco pessoas foram denunciadas pelo Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS) por envolvimento na morte do vereador de Estrela Gerson Adriano da Silva, mais conhecido como Gersinho (PSDB), encontrado sem vida em janeiro deste ano.

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Gersinho era vereador de Estrela, no Vale do Taquari | abc+



Gersinho era vereador de Estrela, no Vale do Taquari

Foto: Reprodução/Redes sociais

O parlamentar de 52 anos se deslocou do Vale do Taquari em direção ao litoral norte, onde ajudaria um parente. No entanto, nunca chegou ao destino.

O corpo da vítima foi localizado em Alvorada, uma semana após a família registrar o desaparecimento na Polícia Civil. Quase cinco meses depois, o MPRS fez as seguintes denúncias:

  • Cinco pessoas foram denunciadas por associação criminosa;
  • Quatro delas por latrocínio com os agravantes de dissimulação ou emboscada e meio cruel;
  • Três responsabilizadas por ocultação de cadáver, já que o corpo foi colocado em um matagal, e incêndio, por terem ateado fogo no veículo da vítima;
  • E uma por favorecimento pessoal, por ter auxiliado um dos envolvidos a evitar a investigação policial.

Conforme o Ministério Público, os crimes contra Gersinho aconteceram entre 18 e 24 de janeiro, quando o vereador foi atraído para a cidade da região metropolitana e foi surpreendido pelas indivíduos.

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A vítima ficou sob domínio dos denunciados por horas, período em que foi torturado de forma violenta, obrigado a fazer transferências via Pix e teve os pertences roubados, o que inclui dinheiro em espécie, equipamentos de trabalho e o carro, localizado incendiado em Viamão.

Na época, a investigação policial esclareceu que Gersinho foi asfixiado com um cinto de segurança, além de ser perfurado nas costas

A promotora de Justiça Daniela Fistarol, que ofereceu a denúncia ao Poder Judiciário, destacou a gravidade dos fatos e a atuação coordenada dos envolvidos, que agiram com extrema crueldade e premeditação.

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