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JUSTIÇA

CASO THEO: Pai vai a júri por asfixiar e jogar filho de 5 anos de ponte no RS

Crime contra Theo Ricardo Felber, morador de Nova Hartz, aconteceu em março do ano passado

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Publicado em: 22/04/2026 às 13h:19 Última atualização: 22/04/2026 às 13h:22
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Tiago Ricardo Felber irá a júri popular para responder por crimes contra o filho, Theo Ricardo Felber, de 5 anos, jogado de uma ponte em São Gabriel, em 25 de março do ano passado. 

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Theo foi assassinado pelo pai, Tiago Felber, em março do ano passado | abc+



Theo foi assassinado pelo pai, Tiago Felber, em março do ano passado

Foto: Reprodução

A decisão da juíza Liz Grachten, titular da Vara Criminal da Comarca de São Gabriel, foi pronunciada na terça (21) e divulgada nesta quarta-feira (22). O acusado irá a júri popular para responder por tentativa de homicídio qualificado praticada na véspera do crime, homicídio qualificado consumado, ambos contra criança menor de 14 anos e seu descendente, além do crime de ameaça no contexto de violência doméstica.

Ele virou réu em abril do ano passado. Segundo a acusação, os delitos teriam sido praticados por motivo torpe, com emprego de asfixia, meio cruel, traição, dissimulação e recurso que dificultou a defesa da vítima, sendo um dos episódios praticado, em tese, para ocultar crime anterior. A data do julgamento não foi informada.

Um dia antes de ser arremessada da ponte, a criança foi asfixiada, em uma primeira tentativa de matar o menino. Depois, o pai simulou um passeio de bicicleta e, ao chegar à ponte sobre o Rio Vacacaí, teria arremessado o menino ainda vivo contra as pedras, provocando sua morte por traumatismo crânio-encefálico, comprovada em laudo pericial.

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Os crimes teriam sido motivados por vingança contra a ex-companheira, Abigail Luisa Ferreira Felber, 30, circunstância que será analisada pelo Conselho de Sentença. Cabe recurso da decisão.

A mulher e o filho moravam em Nova Hartz, no Vale do Sinos, onde o sepultamento aconteceu.

Em juízo, Felber permaneceu em silêncio. O processo tramita em sigilo.

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O espaço está aberto para manifestação da defesa.

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