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Caso Luciani

Corpo de corretora de imóveis assassinada por vizinhos ainda não chegou a Canoas

Gaúcha Luciani Aparecida Estivalet Freitas foi vítima de latrocínio em Florianópolis, Santa Catarina

Publicado em: 18/03/2026 às 15h:51 Última atualização: 18/03/2026 às 15h:53
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A gaúcha Luciani Aparecida Estivalet Freitas, vítima de latrocínio (roubo seguido de morte), em Santa Catarina, deve ser velada em Canoas.

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A informação foi confirmada pela irmã da corretora de imóveis, Mônica Estivalet, no começo da tarde desta quarta-feira (18).

Luciani Freitas | abc+



Luciani Freitas

Foto: REPRODUÇÃO

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“Não temos data ainda, mas avisaremos a todos”, informou.

O corpo de Luciani permanece em Florianópolis e ainda não há informação sobre a liberação, contudo a decisão é pelo sepultamento na cidade onde a corretora de imóveis morou nos últimos anos.

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Crime brutal

O caso envolvendo a morte de Luciani chocou o Sul do Brasil pela brutalidade. Desaparecida há dias, a vítima acabou brutalmente assassinada por dinheiro.

A investigação conduzida pela Delegacia de Pessoas Desaparecidas catarinense revelou o assassinato e, posteriormente, o esquartejamento da corretora no dia 7 de março.

Segundo a Polícia Civil, um casal, “vizinho de porta” da vítima, teria sido responsável pelo roubo seguido de morte. Ambos foram presos no Rio Grande do Sul.

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Um adolescente de 14 anos também estava envolvido e acabou igualmente detido. A polícia chegou até ele por meio de compras efetuadas com o CPF e o cartão da vítima.

A mulher apontada como “responsável” pela pousada onde Luciani estava hospedada, na Praia dos Ingleses, foi presa como cúmplice da morte.

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Luciani teve parte do corpo desovada em um saco de plástico, achado no último dia, no município de Major Gercino, no Vale do Itajaí, em Santa Catarina.

Antes, no dia 9, em um apartamento na cidade de Major Gercino, os policiais encontraram um tronco feminino que suspeitavam ser de Luciani.

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