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REDE DE ÓDIO

É preso de novo o hamburguense acusado de liderar plano de explosões no show da Lady Gaga

Agentes da 1ª Delegacia de Polícia cumpriram mandado na tarde desta segunda-feira no bairro Santo Afonso

Publicado em: 05/05/2025 às 17h:05 Última atualização: 05/05/2025 às 20h:19
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O morador de Novo Hamburgo suspeito de liderar um plano de ataques com explosivos no show da cantora norte-americana Lady Gaga, que reuniu 2,1 milhões de pessoas na noite de sábado (3) na orla de Copacabana, no Rio de Janeiro, foi novamente preso no início da tarde desta segunda-feira. A Polícia Civil do Rio de Janeiro afirma que impediu o atentado por meio da Operação Fake Monster, deflagrada no sábado em quatro estados.

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Morador de Novo Hamburgo foi capturado por volta das 12h30 desta segunda-feira | abc+



Morador de Novo Hamburgo foi capturado por volta das 12h30 desta segunda-feira

Foto: Polícia Civil

O homem, que tem 49 anos e não é um jovem hacker como inicialmente informado pela Polícia, estava na sala de casa com a esposa, no bairro Santo Afonso, por volta das 12h30 de hoje, quando agentes da 1ª Delegacia de Polícia de Novo Hamburgo chegaram para cumprir o mandado de prisão preventiva.

O nome não é publicado porque a investigação está em fase inicial.

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O investigado disse que trabalha com segurança privada e afirmou que não tem envolvimento com redes extremistas no submundo da Internet. Alegou ainda que não possui familiaridade com a tecnologia e os conhecimentos empregados no universo hacker. “Recebemos a informação do mandado, confirmamos que estava em casa e o capturamos”, declara o delegado da 1ª DP, Tarcísio Kaltbach.

Homem estava solto por fiança de um salário mínimo

O hamburguense tinha sido preso no sábado (3) pela manhã por agentes da 2ª DP de Novo Hamburgo. Não havia mandado de prisão contra ele. Apenas uma ordem de busca e apreensão em caráter de urgência. Na residência, além de recolher o aparelho celular e outros eletrônicos do investigado, os agentes encontraram um revólver sem registro e ele foi autuado em flagrante por posse irregular de arma de fogo. Estaria com outras duas armas em situação regular.

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Como não tinha antecedentes, pagou fiança de um salário mínimo e foi liberado. Mas não foi à audiência de custódia. A juíza Fabiana Pagel, do Núcleo de Gestão Estratégica do Sistema Prisional (Nugesp), em Porto Alegre, que havia homologado o auto de prisão em flagrante, decidiu decretar a preventiva no domingo.

Mandado foi expedido nesta segunda-feira

Na decisão, a magistrada considerou que, embora não exista informação de apreensão de material explosivo com ele, o fato de pessoa que é investigada pela prática de atos de terrorismo, atentado e discurso de ódio, ter em sua posse três armas merece maior cautela. E que, diante da gravidade do caso, não é cabível a aplicação de medidas cautelares diversas da segregação preventiva.

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“Quando ideias preconceituosas e discriminatórias são disseminadas livremente, estas não apenas ferem a dignidade de indivíduos e grupos marginalizados, mas também alimentam a intolerância, a violência e a exclusão social”, considerou a juíza. O mandado foi expedido no início desta segunda e imediatamente cumprido pela 1ª DP hamburguense.

A Polícia do Rio de Janeiro afirma que o hamburguense é o líder do plano terrorista, que lançaria coquetéis molotov e outros tipos de explosivos caseiros contra o público do show, com o objetivo de atingir crianças e o público LGBTQIA+.

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A investigação aponta que ele é também um dos recrutadores de jovens e adolescentes para os chamados “desafios”, que envolvem espancamento e morte de moradores em situação de rua, além de pedofilia, zoofilia, necrofilia, apologia ao estupro, nazismo e racismo. 

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