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REGIÃO METROPOLITANA

"Ele agonizou antes de morrer": Caso de cabeleireiro assassinado com 17 facadas tem desfecho 6 anos após crime

Dionatan Francisco de Souza, de 28 anos, foi assassinado no apartamento onde morava em Gravataí

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Publicado em: 03/09/2025 às 18h:40 Última atualização: 03/09/2025 às 19h:40
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A morte do cabeleireiro Dionatan Francisco de Souza teve desfecho 6 anos depois do crime. Em 4 de maio de 2019, o jovem de 28 anos foi assassinado com 17 facadas no apartamento onde morava, na área central de Gravataí.

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Vítima: Dionatan Francisco de Souza morava sozinho em apartamento na Avenida José Loureiro da Silva



Vítima: Dionatan Francisco de Souza morava sozinho em apartamento na Avenida José Loureiro da Silva

Foto: Arquivo Pessoal/Divulgação

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Um dos acusados de matar o cabeleireiro foi condenado por homicídio duplamente qualificado, furto e corrupção de menores, o que acarretou em 20 anos e oito meses de prisão. A sentença foi proferida na segunda-feira (1º). 

Na época, o réu tinha 18 anos e teria sido responsável, junto com seu companheiro de 17 anos, por golpear a vítima de forma brutal dentro do apartamento na Avenida José Loureiro da Silva. Dias depois do crime, o menor foi apreendido e o jovem, preso. Ele confessou o assassinato durante a investigação.

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Crime brutal

Imagens de câmeras de monitoramento mostraram o momento em que casal e vítima entraram no prédio de Souza. Um deles usava uma mochila nas costas. Quase uma hora depois, jovem e adolescente foram vistos saindo do local. 

“Dionatan foi assassinado em seu apartamento, com inúmeras facadas, durante a madrugada, sem que pudesse reagir. Ele agonizou antes de morrer, tentou lutar pela vida, e mesmo assim foi deixado pelos criminosos. Após mais de seis anos de espera, finalmente se fez justiça por Dionatan, expondo-se à comunidade a brutalidade deste crime”, afirmou a promotora Bárbara Paz, que conduziu a acusação em plenário.

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Julgamento

Durante o julgamento foram ouvidas quatro testemunhas, incluindo a mãe e o irmão de Souza. A promotora do MP pontuou que o julgamento “foi marcado por forte emoção, especialmente pela longa espera da família por justiça”. “[A condenação é] uma manifestação que efetivamente expõe que este tipo de conduta não será aceita por nossa comunidade”, concluiu.

O condenado foi julgado e preso em plenário. 

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O que aconteceu com cúmplice

O adolescente teve representação contra si pelo MP. Conforme a promotora, o procedimento de ato infracional tramitou, mas ele completou 21 anos antes do encerramento da instrução, circunstância que por lei determina a extinção da punibilidade do envolvido.

Família de Dionatan Francisco de Souza se fez presente no plenário que julgou acusado de matar cabeleireiro em 2019



Família de Dionatan Francisco de Souza se fez presente no plenário que julgou acusado de matar cabeleireiro em 2019

Foto: MPRS

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