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VALE DO SINOS

Esquema de venda de "droga do amor" era comandado por casal de São Leopoldo

Investigação apontou que um "braço" de uma facção com sede no Vale do Sinos fazia a venda ilegal de cetamina e "special-K"

Publicado em: 27/03/2025 às 11h:00 Última atualização: 27/03/2025 às 11h:00
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esquema de venda da substância conhecida como “droga do amor” na Região Metropolitana de Porto Alegre foi descoberto durante uma investigação que começou em setembro de 2024. Nesta quinta-feira (27), a Polícia Civil cumpriu diversas ordens judiciais nas cidades de Porto Alegre, São Leopoldo, Capela de Santana, Novo Hamburgo, Campo Bom e Montenegro. Ao todo, 26 pessoas foram presas.

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Investigação apontou que um "braço" de uma facção com sede no Vale do Sinos fazia a venda ilegal de cetamina e "special-K" | abc+



Investigação apontou que um “braço” de uma facção com sede no Vale do Sinos fazia a venda ilegal de cetamina e “special-K”

Foto: Polícia Civil

Esquema de venda de "droga do amor" é descoberto e Polícia cumpre mandados no Vale do Sinos

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A investigação apontou que um “braço” de uma facção com sede no Vale do Sinos fazia a venda ilegal de cetamina e “special-K”, conhecida como “droga do amor”. Segundo a Polícia, a droga é produzida a partir da cetamina irradiada, a qual possui alto valor no mercado. A cetamina é um medicamento, de uso veterinário, utilizado principalmente para a finalidade anestésica.

A Operação Special-K, da 4ª Delegacia de Investigação do Narcotráfico do Departamento Estadual de Investigações do Narcotráfico, cumpriu 34 mandados de prisão e 43 mandados de busca e apreensão, além do sequestro de seis veículos.

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A ramificação da organização criminosa, sediada no bairro Feitoria, na cidade de São Leopoldo, possui como simbologia um extraterrestre. O símbolo foi pichado em muros da localidade. O chefe do grupo está preso.

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Investigação começou com moradora de São Leopoldo

Segundo a delegada Ana Flávia Leite, a investigação iniciou no ano passado após o recebimento de informações acerca de um indivíduo que seria o responsável, juntamente com sua companheira, pelo tráfico de drogas sintéticas em São Leopoldo. “Ela já havia sido presa por armazenar drogas em sua residência e, em outra ocasião, quando tentou ingressar com entorpecentes no presídio em que seu companheiro à época se encontrava recolhido”, explica.

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Então, um mandado de busca e apreensão foi cumprido no endereço atual dos investigados. Na ocasião, foi aprendido, um telefone. “A partir da análise dos dados contidos no aparelho de telefone celular apreendido, evidenciou-se a existência de uma organização criminosa, estruturalmente ordenada e caracterizada pela divisão de tarefas, de forma sistêmica, voltada para a prática de tráfico de drogas e de crimes correlatos, incluindo roubo de veículos, da qual possuía mais de 30 indivíduos integrantes, cada um com sua função específica, como fabricação, armazenamento, fracionamento, entrega e recebimento de valores em dinheiro”, destaca a delegada.

Os investigados exerciam as funções de armazenadores, transportadores, entregadores, “laranjas” e responsáveis financeiros. Além de indivíduos do alto escalão da organização, que, mesmo recolhidos no sistema penitenciário, seguiram recebendo dinheiro oriundo do tráfico de drogas e exercendo o poder de comando e controle da grupo criminoso.

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