Um empresário gaúcho foi alvo de fraude eletrônica. Segundo investigação da Polícia Civil, os criminosos conseguiram pegar R$ 828 mil em nome dele. O valor deveria ser repassado à empresa da vítima, mas foi creditado em uma conta aberta em uma instituição bancária no oeste catarinense. No mesmo dia, o dinheiro foi pulverizado em dezenas de transferências via Pix para empresas de fachada ou “laranjas”. (Veja vídeo no fim da matéria).

Foto: Polícia Civil
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Conforme apuração da Delegacia de Polícia de Repressão aos Crimes Cibernéticos, o grupo usava documentos falsificados, manipulação digital de imagens (deepfake), linhas telefônicas e e-mails fraudulentos para abrir contas bancárias em nome da vítima e cadastrar a empresa em plataforma eletrônica responsável por antecipações de recebíveis de um programa para empresas do setor petrolífero.
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Na manhã desta terça-feira (9), a operação Specchio cumpriu dez mandados de busca e apreensão e de indisponibilidade de bens nos municípios de Marabá, no Pará; Açailândia, no Maranhão; e Porto Segura, na Bahia. Foram apreendidos documentos, cartões bancários e aparelhos eletrônicos.
A investigação identificou ao menos sete pessoas envolvidas diretamente no esquema. Os integrantes do grupo criminoso exerciam diversas funções, desde a falsificação de documentos até a movimentação financeira e ocultação dos valores.