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"Cachorro morreu com uma corda no pescoço": Violência contra pitbulls amarrados às margens de arroio termina em prisão na região

Pescador encontrou um animal sem vida e outro gravemente ferido às margens do Arroio Açoita Cavalo

Publicado em: 17/06/2026 às 12h:35 Última atualização: 17/06/2026 às 12h:55
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Um homem foi preso na noite desta terça-feira (16) em Taquara por maus-tratos a animais. O suspeito foi detido preventivamente e encaminhado para a Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento (DPPA) do município. 

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A prisão ocorreu dois meses após a Defesa Civil do município resgatar dois cães da raça pitbull amarrados às margens do Arroio Açoita Cavalo, no interior. Uma fêmea foi resgatada com vida e muitos ferimentos, enquanto o outro animal, um macho, foi encontrado morto afogado.

Uma cachorra foi resgatada com vida, enquanto um macho foi encontrado morto | abc+



Uma cachorra foi resgatada com vida, enquanto um macho foi encontrado morto

Foto: Divulgação/Defesa Civil de Taquara

De acordo com o coordenador da Defesa Civil de Taquara, Alessandro Santos, em abril, o órgão recebeu a denúncia de que um casal de pitbulls foi abandonado pelo suspeito, quando ele se mudou de residência. Um vizinho da região foi pescar no arroio quando encontrou os animais e acionou o órgão municipal, que também atende ocorrências relacionadas à causa animal.

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“Eles [os animais] foram agredidos pelo homem e jogados no rio. O cachorro morreu com uma corda no pescoço. E a cachorra estava morrendo até esse vizinho encontrar ela e nos acionar”, explicou, ao recordar do momento em que ele fez o resgate.

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Investigação

Após a investigação, a Defesa Civil registrou um boletim de ocorrência na Delegacia de Polícia. As investigações também contaram com o apoio do Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS), que apresentou a denúncia. 

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A cachorra resgatada com vida precisou de atendimento médico-veterinário . Após 45 dias de tratamento, ela foi encaminhada para adoção e já está em um novo lar. “Maus-tratos são crime e precisam ser tratados de fato. As pessoas precisam entender que é errado abandonar, prender em corrente curta ou deixar os animais presos ou amarrados”, completou Alessandro Santos.

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