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PORTO ALEGRE

Homem que morreu após ser espancado em estação da Trensurb era vigilante na Ceasa; veja o que já se sabe sobre o crime

Homem aguardava o trem para retornar para casa quando foi abordado pelos agressores; ele chegou a ser socorrido ao hospital, mas não resistiu aos ferimentos

Publicado em: 14/05/2025 às 11h:47
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O homem que morreu após ser espancado em uma estação da Trensurb na noite desta terça-feira (13) trabalhava como segurança na Central de Abastecimento do Rio Grande do Sul (Ceasa). Ele era contratado de uma empresa terceirizada. De acordo com a Brigada Militar (BM), ele aguardava o trem para retornar para casa quando foi abordado pelos agressores. 

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Homem chegou a ser socorrido e levado ao Hospital Cristo Redentor, mas não resistiu aos ferimentos | abc+



Homem chegou a ser socorrido e levado ao Hospital Cristo Redentor, mas não resistiu aos ferimentos

Foto: Brigada Militar

O crime aconteceu às 19h13 na Estação Anchieta, em Porto Alegre. Ele chegou a ser socorrido ao Hospital Cristo Redentor, mas não resistiu aos ferimentos. 

Ele foi identificado como Marlon Celso da Costa, de 44 anos.

Homem que morreu após ser espancado em estação da Trensurb era segurança no Ceasa | abc+



Homem que morreu após ser espancado em estação da Trensurb era segurança no Ceasa

Foto: Ceasa/Arquivo

De acordo com a Trensurb, a vítima chegou às 19h08, acompanhada de colegas de trabalho. Na sequência, o homem foi agredido por um grupo de seis indivíduos na plataforma. Os suspeitos fugiram.

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A BM afirma que, horas antes do ataque, por volta das 16 horas, os seguranças da Ceasa abordaram um indivíduo não identificado dentro do pavilhão. Após ser contido, o homem foi retirado do local e passou a proferir ameaças contra os funcionários.

Em nota, a Ceasa manifesta “profundo pesar pelo falecimento do vigilante” e confirma que, durante o dia, a equipe de segurança realizou uma abordagem. “Essa é uma medida padrão, que visa garantir a organização e a segurança de todos. Na ocasião, ao perceber a presença da segurança, o suspeito tentou fugir. Embora estivesse com o colete de identificação, foi constatado, durante a abordagem, que ele não
possuía a documentação necessária. Como procedimento padrão, ele foi convidado a se retirar do complexo e orientado a retornar no dia seguinte para regularizar sua situação junto ao nosso cadastro.”

Além disso, a companhia diz que Marlon foi surpreendido “pelo mesmo indivíduo abordado mais cedo, agora acompanhado de outros”. Colegas presenciaram o ataque.

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A Trensurb esclarece que a central de segurança detectou a briga pelo sistema de videomonitoramento (CFTV). “Imediatamente, os seguranças da empresa que se encontravam na estação foram acionados e prestaram os primeiros atendimentos à vítima. Seguranças de apoio também foram deslocados para o local.”

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A empresa diz, ainda, que dispõe de equipes de segurança em suas estações, incluindo a Anchieta. “A Brigada Militar e o Samu foram imediatamente acionados.”

A Trensurb enfatiza que a Estação Anchieta é equipada com sistema de monitoramento por câmeras de segurança e que o crime foi registrado. “As imagens serão integralmente disponibilizadas às autoridades policiais, que conduzem a investigação para a completa elucidação dos fatos e identificação dos responsáveis.”

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Também afirma que, até o momento, quatro suspeitos já foram identificados pelas autoridades e que “está à disposição para prestar o apoio necessário e colaboração irrestrita com as autoridades na apuração dos fatos”.

 

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