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JUSTIÇA

Monitor de escola infantil de Picada Café vira réu por estupro de criança de 5 anos

Homem, de 21 anos, trabalhava há cerca de um mês na instituição quando abuso foi revelado pela própria vítima aos pais

Monitor de escola infantil de Picada Café vira réu por estupro de criança de 5 anos
Publicado em: 01/10/2024 às 21h:32 Última atualização: 01/10/2024 às 21h:43
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Um servidor público de 21 anos que trabalhava em uma escola de ensino infantil de Picada Café virou réu por estupro de uma aluna de 5 anos. O homem era contratado como atendente de educação na instituição, realizando serviços de monitor.

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Sede do Tribunal de Justiça do RS | abc+



Sede do Tribunal de Justiça do RS

Foto: Divulgação

Segundo a Polícia Civil, a própria vítima relatou à mãe o abuso sofrido durante o horário de descanso na escola. O Tribunal de Justiça (TJ) destaca que o crime teria acontecido dentro da sala de aula e que, ao falar sobre o fato com os pais, a menina teria se referido a ele como um “segredo” que tinha com o monitor.

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A data exata em que o estupro aconteceu não foi confirmada, mas a Justiça ressalta que teria sido entre 1º de julho deste ano, data em que o réu foi nomeado para o cargo, e 6 de agosto.

Os pais da criança levaram o caso para a direção da escola no dia 8 de agosto. No mesmo dia, segundo a prefeitura de Picada Café, a Secretaria Municipal de Educação e Cultura afastou o servidor das atividades e abriu um processo administrativo disciplinar (PAD). Até a publicação desta matéria, a administração municipal não confirmou sobre o andamento do caso.

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A vítima foi ouvida na Justiça, em depoimento especial por conta da idade, no dia 26 de setembro. Uma audiência foi marcada para o dia 12 de novembro deste ano. “Caso todas as testemunhas forem ouvidas e o interrogatório realizado, sem outras diligências, a instrução será encerrada neste dia e as partes terão prazo sucessivo de cinco dias para alegações finais”, informa o TJ. Depois, o processo irá para julgamento do juiz.

O homem está preso desde o dia 13 de agosto. Segundo a Justiça, a defesa do denunciado chegou a pedir pela soltura em setembro, mas a prisão foi mantida.

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Se condenado, ele deve responder pelo crime de estupro de vulnerável, cuja pena pode chegar a 15 anos de reclusão.

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