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INVESTIGAÇÃO

O que se sabe sobre caso de cabeleireira encontrada morta na Ilha da Pintada

Mulher vista por pescadores na água tinha marcas de cortes profundos no rosto, na cabeça e nas costas

Publicado em: 03/06/2026 às 13h:23 Última atualização: 03/06/2026 às 13h:23
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Foi na manhã da terça-feira do dia 26 de maio que pescadores encontraram um cadáver boiando no Guaíba, em Porto Alegre. Tratava-se de uma mulher com sinais claros de violência. 

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A cabeleireira Julia Clei dos Santos, de 52 anos, era moradora do bairro Mathias Velho, em Canoas. Surgiu misteriosamente assassinada na Ilha da Pintada.

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O caso é apurado pela 1ª Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (Deam) da capital desde a semana passada. A vítima tinha marcas de cortes profundos no rosto, na cabeça e nas costas que podem ter sido feitas por um facão ou um machado.

Segundo a delegada Thais Dequech, foi instaurado um inquérito policial que apura o homicídio e a consequente ocultação do cadáver da vítima.

A apuração do caso ocorre em sigilo, avisa a delegada, que não descarta o envolvimento do tráfico de drogas e entorpecentes estar relacionado ao crime.

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Julia morava em Canoas com o filho, porém não houve ocorrência de desaparecimento. Ao que tudo indica, ela saiu de casa e acabou morta. “Sabemos que o filho a viu pela última vez na noite anterior. E o corpo dela foi localizado já pela manhã no dia seguinte”, esclarece.

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