Foram apreendidas na manhã desta sexta-feira (9) duas toneladas de carne clandestina em Lomba Grande, bairro rural de Novo Hamburgo. O alimento sem procedência foi recolhido em ação conjunto da Vigilância Sanitária municipal com a Secretaria Estadual de Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi) e a Patrulha Ambiental (Patram) da Brigada Militar.
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Foto: Divulgação SMS/PMNH
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As autoridades chegaram ao endereço após uma denúncia anônima que indicava a prática irregular de abate e comercialização de produtos de origem animal sem controle sanitário. No local, os agentes constataram que as carnes estavam armazenadas em condições inadequadas de higiene e temperatura, sem identificação ou rotulagem, representando risco direto à saúde pública. Também foram encontradas peças de carne jogadas ao chão, sem condições higiênicas.
Segundo a gerente de Vigilância em Saúde da Secretaria Municipal da Saúde, Evelin Brand, a apreensão foi a maior já registrada nos últimos anos. “Essa é a primeira grande apreensão de 2025. No ano passado tivemos ações parecidas, mas com quantidades bem menores — nenhuma chegou perto de uma tonelada. Essa, com cerca de duas toneladas, é a maior operação dos últimos cinco anos”, destacou.
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Nessa operação, conforme a prefeitura, cabe ao governo do Estado o gerenciamento do material recolhido, de acordo com os protocolos sanitários vigentes. Os responsáveis pela prática ilegal devem responder por crime contra as relações de consumo e outras infrações previstas na legislação sanitária estadual e federal.

Foto: Divulgação SMS/PMNH
Denuncie
A Vigilância Sanitária alerta a população para os riscos do consumo de produtos de origem desconhecida e reforça a importância de adquirir apenas carnes e derivados com selo de inspeção.
Denúncias sobre práticas irregulares podem ser feitas de forma anônima pelo telefone (51) 3097-9400 – com a Ouvidoria da Prefeitura – ou por mensagem no WhatsApp (51) 99831-6500, Ouvidoria do SUS. A colaboração da comunidade é fundamental para garantir a segurança alimentar e a saúde coletiva.

Foto: Divulgação SMS/PMNH