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Operação Innocentia

Professor de inglês é preso pela Polícia de Canoas por armazenar arquivos de pedofilia

Homem com 59 anos guardava imagens e vídeos de pornografia infantil em pendrives para dificultar a localização

Publicado em: 26/03/2025 às 11h:47 Última atualização: 26/03/2025 às 12h:10
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Foi preso em flagrante pela Polícia Civil na manhã desta quarta-feira (26), em Balneário Pinhal, no litoral norte, um professor de inglês encontrado armazenando arquivos de pedofilia na casa em que vivia.

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Flagrante garantido na manhã desta quarta-feira (26) levou à cadeia professor de Inglês que baixava e armazenava centenas de arquivos de pornografia infantil



Flagrante garantido na manhã desta quarta-feira (26) levou à cadeia professor de Inglês que baixava e armazenava centenas de arquivos de pornografia infantil

Foto: POLÍCIA CIVIL/REPRODUÇÃO

Segundo a Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) de Canoas, o suspeito, que atualmente trabalhava no atendimento online de adolescentes, guardava centenas de fotografias e vídeos de pornografia infantil.

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Segundo o delegado Maurício Barison, titular da Delegacia da Criança em Canoas, a ação, executada em parceria com agentes da DP de Pinhal, é mais uma ofensiva dentro da batizada Operação Innocentia, que visa tirar de circulação pedófilos em potencial.

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“A investigação durou quase quatro meses”, explica. “Indicou que o suspeito fazia downloads de arquivos da internet e os armazenava em dispositivos, como notebooks e HD’s externos e pen drives, com a finalidade de dificultar a localização.”

Perigo na rede

Foi no ano passado que a DPCA de Canoas chegou ao paradeiro de um alvo que ficou conhecido como maior armazenador de conteúdo de pornografia infantil no Rio Grande do Sul.

O empresário do ramo de entretenimento, preso no condomínio em que vivia, no bairro Fátima, possuía nada menos que 200 mil arquivos, entre vídeos e fotografias, envolvendo crianças violentamente molestadas.

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Na época, o delegado Barison deixou claro que o armazenamento e posterior compartilhamento deste tipo de material, alimenta uma rede mundial que incide em sequestros e maus-tratos a crianças.

Não são apenas 200 mil arquivos, mas 200 mil crianças sequestradas e abusadas por uma rede que movimenta milhões em países da Europa e Ásia”, afirma. “Ele [o suspeito] baixava compulsivamente este tipo de material. Então, era um consumidor que alimentava essa rede.”

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