O 15º Batalhão da Polícia Militar (BPM) divulgou, nesta segunda-feira (8), ter chegado à marca de 200 foragidos e procurados pela justiça presos em 2025.
O número alcançado de janeiro a agosto representa quase a totalidade dos 224 presos ao longo de todo o ano de 2024, conforme dados da Brigada Militar (BM).

Foto: PAULO PIRES/GES
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Segundo o comando da BM, o aumento de prisões está diretamente ligado ao reforço das abordagens planejado pelo 15º BPM.
A Brigada mantém, desde o começo do ano, uma média superior a dez mil abordagens mensais, se valendo do serviço de inteligência para destacar os PMs a determinadas áreas.
“Intensificamos as abordagens qualificadas por meio de atividades de inteligência”, explica o tenente-coronel Clóvis Ivan Alves. “Os PMs são destacados para atuar nas áreas onde mais há incidência de crimes.”
Conforme o comandante, entre os criminosos presos, havia desde foragidos devido a crimes de menor potencial até pedófilos e assaltantes de alta periculosidade.
“Se a pessoa está foragida do sistema prisional ou é procurada pela polícia, ela já vive no crime”, frisa. “A taxa de reincidência é enorme e não precisamos esperar que ela cometa um crime. Aumentamos a vigilância.”
Na avaliação do oficial, o número de prisões está diretamente relacionado à diminuição da violência, observada desde o ano passado, na cidade.
“Tem menos delinquentes circulando em Canoas”, afirma. “É importante a população continuar colaborando e, ao sinal de alguma atividade suspeita, ligar para o 190 o mais depressa possível.”
Reforço
Com o final da Expointer, no último domingo (7), PMs destacados para garantir o reforço da segurança no Parque de Exposições Assis Brasil retornaram para Canoas, onde passam a incrementar o policiamento ostensivo.
O comando do 15º Batalhão da Polícia Militar recebeu em julho o reforço de 60 Policiais Miliatares: 54 foram distribuídos em Canoas e seis passaram a reforçar a companhia em Nova Santa Rita.
“Vamos ampliar a sensação de segurança, distribuindo o efetivo em Canoas naquelas áreas onde é mais necessário, por serem de incidência de ocorrências como roubos e furtos”, explica Clóvis Ivan Alves.