O homem identificado pela Polícia Civil como autor dos disparos que mataram Oldair Antonio Correa, de 38 anos, segue sendo procurado. O crime aconteceu na noite do dia 10 de abril, em Igrejinha. [Veja vídeo ao final desta reportagem.]
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Foto: Reprodução
O assassinato foi precedido por uma sequência de desentendimentos entre a vítima e o suspeito, Edson de Lima Rodrigues, de 33 anos, no local de trabalho. Os dois eram colegas em uma empresa do setor calçadista na cidade.
Segundo o delegado Ivanir Caliari, titular da Delegacia de Polícia de Igrejinha e responsável pela investigação, um dia antes do crime, Edson teria retirado o jaleco de Oldair de um gancho para colocar um capacete no lugar. A situação teria gerado estresse entre eles.
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Na manhã do dia do crime, durante o expediente, Oldair tomava água quando Edson passou e esbarrou nele, derramando a bebida. Imagens de uma câmera de segurança da fábrica registraram o momento. Após o contato, os dois iniciaram uma discussão que rapidamente evoluiu para agressões físicas.
A briga precisou ser apartada por outros colegas e supervisores.
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Naquela noite, por volta das 21h50, Edson e um comparsa chegaram armados e em uma motocicleta na casa de Oldair, no bairro Acácias. Após invadirem a residência, o suspeito atirou diversas vezes contra a vítima, que jantava com a esposa e a filha de 15 anos no momento. Oldair morreu na hora.

Foto: Reprodução
“Esse que é o valentão?”, teria indagado Edson ao homem que o acompanhava, segundo o relato de uma das testemunhas à Polícia.
Prisão, apreensão e buscas
No dia 13 de abril, o homem que estava com o autor dos disparos foi preso em Igrejinha. Ele não possuía antecedentes criminais relevantes.
Após a localização do suspeito, de 29 anos, a Polícia chegou ao endereço onde estava escondida a motocicleta usada no crime, registrada no nome de Edson. O dono do local afirmou aos policiais que não tinha conhecimento sobre a utilização do veículo no caso.

Foto: Reprodução
Até esta quinta-feira (23), Edson seguia foragido. Segundo a polícia, ele já tinha ao menos duas investigações anteriores por ameaças de morte a tiros, em Igrejinha e Taquara.