O armazenamento da impressionante quantia de 800 toneladas de carnes e outros produtos impróprios para consumo foi revelado nesta quarta-feira (22), durante uma operação que uniu policiais civis do Rio de Janeiro e do Rio Grande do Sul.
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A apuração partiu de uma empresa carioca com sede em Canoas, cujo depósito acabou atingido pela enchente em 2024. Um dos sócios da empresa acabou preso. À polícia, ele alegou que a carne estocada seria usada para a fabricação de ração animal. O grupo, no entanto, vendeu para consumo a outras empresas, obtendo lucro de mais de 1.000% e colocando em risco consumidores.