O pré-candidato a governador Luciano Zucco (PL) cumpriu agendas nesta quinta-feira (18) em Novo Hamburgo. No início da tarde ele participou de almoço com prefeitos e representantes de 20 prefeituras dos Vales do Sinos e Paranhana. Entre os presentes estavam os prefeitos de Novo Hamburgo, Gustavo Finck (PP), e de São Leopoldo, Heliomar Franco (PL).

Foto: Mateus Raugust/Divulgação
No encontro, realizado em um restaurante da cidade, Zucco reafirmou seu compromisso com a região e disse que, se eleito, manterá relação de permanente diálogo com os municípios. “Os prefeitos são aqueles que mais perto estão das pessoas. Essa proximidade é fundamental para que possamos compreender as demandas reais de cada cidade e construir políticas públicas mais eficientes”, salienta.
Força Gaúcha
À tarde Zucco participou de mais uma etapa do projeto Força Gaúcha, que está percorrendo diferentes regiões do Estado para ouvir lideranças empresariais e de entidades para a montagem do plano de governo da coligação PL/PP. O lançamento está marcado para o dia 22 de julho. A pré-candidata a vice, Silvana Covatti (PP), participou do encontro.
Entre os assuntos levantados pela comunidade estão demandas de mobilidade e logística, qualificação profissional, sistema de proteção contra enchentes e saúde. Um dos pleitos levantados por entidades é a volta do serviço de oncologia pelo SUS para Novo Hamburgo – atualmente Taquara é a referência para esta especialidade.
“Os encontros do Força Gaúcha não são políticos, são de escuta da comunidade civil organizada. Queremos saber as principais demandas das comunidades regionais para, com isso, montarmos um plano de governo viável, sem demagogia, para curto, médio e longo prazos”, frisou o pré-candidato. Ele salienta que, independente de quem estiver no governo a partir de 2027, não haverá recursos para tocar todos os projetos.
“Por um bom tempo temos focados em agenda fiscal, em como pagar a conta do governo federal. Temos que chegar no governo federal e cobrar respeito e consideração. A cada 100 reais que os gaúchos mandam [para Brasília], a gente recebe 19. Essa dívida do Estado com a União tem que ser investida aqui, em obras de infraestrutura no Estado. Temos força política para isso”, defende.