Em vídeo publicado nas redes sociais na véspera do Natal (24), o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD), dirigiu-se aos gaúchos para uma mensagem de fim de ano com forte tom emocional e de prestação de contas. No Palácio Piratini, onde reside e despacha, Leite aproveitou a data para fazer um balanço dos sete anos em que está à frente do Executivo estadual, destacando que 2026 será o seu último ano de governo.
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Foto: Reprodução
O governador relembrou os obstáculos enfrentados pelo estado em sua trajetória, citando nominalmente a pandemia de Covid-19, os períodos de seca severa e a “grande tragédia das enchentes”. Para Leite, a superação desses momentos só foi possível devido à “fibra e solidariedade” da população gaúcha.
“Foi dessa fibra que tiramos a coragem para nos mantermos de pé e para reconstruir mais fortes e mais unidos”, afirmou o tucano, ressaltando que as mudanças reais do governo são percebidas nos “pequenos detalhes da vida real”, como a conquista da casa própria e a melhoria na segurança pública.
Vida pessoal e o “morar no trabalho”
Pela primeira vez em uma mensagem oficial de final de ano com esse alcance, o governador deu detalhes sobre sua rotina pessoal no Palácio Piratini. Ele mencionou a convivência com o marido, Thalis Bolzan, e os animais de estimação da família, referindo-se ao palácio não apenas como sede do governo, mas como o “lar” onde decidiu morar para se dedicar integralmente às funções públicas.
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“Não tem como não sentir também um misto de alegria e de nostalgia por tudo o que eu vivi aqui, por toda a história de transformação que a gente escreveu, juntos, com muita coragem, diálogo e amor pelo nosso Rio Grande”.
Transição e o ano de 2026
Projetando o futuro político do estado, Leite lembrou que, no próximo Natal, o Rio Grande do Sul já terá um novo governador eleito. Ele garantiu que a transição será feita com foco na continuidade dos projetos atuais, afirmando que “cuidar do Rio Grande é cuidar das pessoas, e este é um caminho sem volta”.
Apesar de entrar no último ano de seu segundo mandato, o governador se comprometeu em manter o ritmo de entregas. “Vamos para o último ano como se fosse o primeiro, com o mesmo gás e compromisso”, pontuou, citando investimentos em infraestrutura, saúde e educação como prioridades para o encerramento do ciclo.