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FALSO ADVOGADO

Golpe: Estelionatários que se passavam por advogados para enganar clientes são presos

Operação Falso Patrono cumpriu sete mandados de prisão preventiva e dezoito mandados de busca e apreensão nesta quarta-feira

Publicado em: 02/07/2025 às 11h:13 Última atualização: 02/07/2025 às 17h:02
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Um grupo de estelionatários que se passava por advogados do Rio Grande do Sul para aplicar golpes foi alvo de uma operação da Polícia Civil nesta quarta-feira (2). A Operação Falso Patrono cumpriu sete mandados de prisão preventiva e dezoito mandados de busca e apreensão no Ceará, Santa Catarina e Minas Gerais. Até as 8h15, seis pessoas foram presas.

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Golpe: Estelionatários que se passavam por advogados para enganar clientes são presos

Foto: Polícia Civil

O golpe é conhecido como “falso advogado”. Segundo a investigação, os suspeitos monitoram os sistemas dos tribunais para identificar processos judiciais, especialmente aqueles relacionados a precatórios, Requisições de Pequeno Valor (RPVs) ou indenizações. A partir disso, coletam nomes das partes, CPFs, nomes de advogados e números de processos.

Com esses dados, os criminosos entram em contato com as vítimas, geralmente por WhatsApp ou ligação telefônica, usando números desconhecidos. Eles se apresentam como advogados, assessores, secretários(as) de escritórios de advocacia ou até mesmo como supostos funcionários de tribunais.

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durante a abordagem, o golpista informa que determinado valor — como precatórios ou indenizações — foi liberado. Eles enviam até documentos falsificados com timbres do Poder Judiciário ou de escritórios de advocacia.

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O golpe é aplicado quando o criminoso convence a vítima a pagar supostos custas processuais de forma antecipada. O pagamento é solicitado via Pix.

A investigação começou em 2024, após denúncias de advogados que relataram a utilização indevida de seus nomes e dados profissionais em abordagens fraudulentas aos seus clientes.

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Foram identificados 15 autores dos crimes no Ceará, um em Santa Catarina e um em Minas Gerais.

O grupo contava com a participação de um homem de 44 anos, natural de Fortaleza, apontado como responsável pela criação de mecanismos para a prática dos crimes, além de exercer controle sobre os ganhos financeiros oriundos da fraude.

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