O vereador Juliano Souto, primeiro parlamentar eleito pelo Partido Liberal (PL) em Novo Hamburgo, foi eleito presidente da Comissão de Constituição, Justiça e Redação (COJUR) da Câmara – considerada a mais importante da Casa-, durante reunião realizada no início da tarde desta quarta-feira (5). Na prática, todo projeto passa e precisa ser aprovado pela COJUR antes de chegar ao Plenário da Câmara.

Foto: Divulgação/CMNH
Na disputa pela presidência, o liberal venceu o vereador Eliton Ávila, do Podemos, por 2 a 1, com o voto de minerva sendo dado pela terceira integrante do colegiado, a vereadora Deza Guerreira (PP). “Estou muito feliz de assumir a comissão mais importante da Casa. Vamos trabalhar para fazer uma Novo Hamburgo melhor. Aqui na Câmara, faremos nossa parte”, reiterou Souto, que também assumiu a presidência do Conselho de Ética. A COJUR é responsável por analisar todos os projetos antes de sua chegada ao Plenário da Câmara.
Após a votação, ficou decidido que Eliton Ávila será o relator e Deza Guerreira (PP) assumirá a secretaria da comissão.
A última a definir
A CONJUR foi a última comissão a definir seus integrantes. Na segunda-feira (3), as outras sete comissões permanentes e o Conselho de Ética já haviam se reunido para definir as funções -presidência, relatoria e secretaria- para 2025. Cada comissão é composta por três parlamentares.
Pauta cheia
Até a tarde desta quarta-feira, 14 projetos já haviam sido protocolados na Câmara e serão analisados na próxima reunião, marcada para quarta-feira da semana que vem, dia 12. Sete desses projetos são do Executivo, enquanto os outros sete foram propostos pelo novo presidente da COJUR.
O que são as comissões permanentes
As comissões permanentes são órgãos temáticos formados pelos vereadores para discutir e votar propostas legislativas relacionadas a seus temas específicos. A composição dessas comissões é renovada anualmente. Elas emitem pareceres sobre as propostas antes de sua votação pelo Plenário ou podem votar as propostas de forma conclusiva, aprovando-as ou rejeitando-as sem a necessidade de passar pelo Plenário da Casa.