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Partidos conquistam terreno e alguns perdem espaço; veja como ficou a Assembleia Legislativa após janela partidária

Período para troca de siglas terminou na última semana

Publicado em: 05/04/2026 às 10h:10 Última atualização: 05/04/2026 às 10h:13
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Após um intenso período de janela partidária, marcado por movimentações no tabuleiro político, os deputados estaduais definiram suas siglas para as eleições deste ano. As mudanças não apenas redesenham o cenário para o pleito, como também alteram a composição atual da Assembleia Legislativa.

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Nesse contexto, algumas bancadas foram fortalecidas, outras se mantiveram estáveis e há, ainda, aquelas que perderam representatividade.

Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul | abc+



Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul

Foto: Divulgação/Marcelo Oliveira/ALRS

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O PT manteve seus 11 assentos, repetindo o desempenho da última eleição. Já o PSD, partido do atual governador, ampliou sua presença e contribuiu para o esvaziamento do PSDB. Entre os parlamentares que deixaram a sigla tucana estão Valdir Bonatto, Delegada Nadine, Pedro Pereira e Neri, o Carteiro. Kaká D’Ávila migrou para o Podemos.

Outras siglas também perderam espaço. O PRD teve a saída de Elizandro Sabino, que se filiou ao Republicanos, enquanto o PCdoB perdeu Bruna Rodrigues, agora no PSB.

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Por outro lado, há parlamentares que optaram por permanecer em suas legendas. É o caso do deputado estadual Dirceu Franciscon, que seguiu no União Brasil durante a janela partidária, garantindo a manutenção da sigla com representação na Casa, com uma caderia. Ele chegou a ser assediado pelo PSD, movimento que não se concretizou.

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Veja como ficou a composição da Assembleia Legislativa:

PT: Lauro Sítio, Sofia Cavedon, Stela Farias, Adão Pretto Filho, Jeferson Fernandes, Leonel Radde, Halley Lino, Miguel Rossetto, Pepe Vargas, Valdeci Oliveira e Zé Nunes (11)

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PSD: Aloísio Classmann, Delegada Nadine, Elton Weber, Ernani Polo, Frederico Antunes, Neri, o Carteiro, Pedro Pereira e Professor Bonatto (8)

PP: Adolfo Brito, Gaúcho da Geral, Guilherme Pasin, Joel Wilhelm, Marcus Vinicius, Rodrigo Lorenzoni e Silvana Covatti (7)

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União Brasil: Dirceu Franciscon (1)

MDB: Beto Fantinel, Juvir Costella, Edivilson Brum, Luciano Silveira, Patrícia Alba e Vilmar Zanchin (6)

Republicanos: Capitão Martim, Delegado Zucco, Eliana Bayer, Elizandro Sabino, Sérgio Peres e Gustavo Victorino (6)

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PL: Adriana Lara, Cláudio Tatsch, Kelly Moraes, Paparico Bacchi e Professor Cláudio Branchieri (5)

PDT: Eduardo Loureiro, Dr. Thiago Duarte, Gerson Burmann, Luiz Marenco e Gilmar Sossella (5)

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Podemos: Kaká D’Ávila e Ronaldo Santini (2)

Psol: Luciana Genro e Matheus Gomes (2)

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Novo: Felipe Camozzato (1)

PSB: Bruna Rodrigues (1)

No cenário político estadual, outra movimentação envolve a ex-senadora Ana Amélia Lemos, que retornou ao PP, partido pelo qual foi eleita ao Senado em 2010 e disputou o governo do Estado em 2014.

A articulação ocorre em meio à possibilidade de apoio ao pré-candidato do PL, Luciano Zucco, a convite do presidente do Progressistas, Covatti Filho. Até o momento, Ana Amélia não definiu se será candidata nas eleições deste ano.

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