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ELEIÇÕES 2026

Regina Caetano, vice-prefeita de São Leopoldo, lança sua pré-candidatura a deputada federal

Com forte discurso no qual se diz isolada na Administração Municipal, a vice-prefeita destacou que "A política não pode ser um espaço de silêncio, pressão ou intimidação"

Publicado em: 24/05/2026 às 19h:57 Última atualização: 25/05/2026 às 10h:54
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A vice-prefeita de São Leopoldo, Regina Caetano, assumiu oficialmente neste fim de semana, em vídeo nas suas redes sociais, sua pré-candidatura a deputada federal pelo partido Podemos. Com forte discurso sobre sua atuação e os desafios que vem encontrando na administração municipal, ela divulgou vídeos nas redes sociais falando da sua situação desde que deixou, no início deste ano, o comando da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Tecnológico de São Leopoldo.  

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A vice-prefeita de São Leopoldo, Regina Caetano, assumiu oficialmente a pré-candidatura oficial a deputada federal pelo Podemos



A vice-prefeita de São Leopoldo, Regina Caetano, assumiu oficialmente a pré-candidatura oficial a deputada federal pelo Podemos

Foto: Divulgação

Regina, que deixou o Progressistas neste ano, partido pelo qual se elegeu vice do prefeito Heliomar Franco (PL) em 2024, lançou a pré-candidatura pelo Podemos falando que “tem horas em que a gente tem duas escolhas: se acomodar… ou continuar lutando. Eu escolhi continuar trabalhando. Mesmo com limitações, portas fechadas (na Prefeitura) e decisões acontecendo sem a minha participação, nunca perdi aquilo que sempre me moveu: a vontade de fazer, de ouvir as pessoas e de buscar soluções reais.”

A vice-prefeita denuncia em suas falas que não tem espaço nas agendas do Município, que não é chamada para reuniões e que suas demandas não têm retorno. “Pessoas têm medo de se manifestar, de dar opinião ou de se posicionar por receio de retaliações. E uma sociedade não cresce quando as pessoas têm medo de falar. A política não pode ser um espaço de silêncio, pressão ou intimidação. Ela precisa ser um espaço de diálogo, respeito e liberdade.”

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E resume: “Eu não entrei na política por cargo, por dinheiro. Entrei nela por convicção. Porque acredito que a política pode servir às pessoas de verdade. E talvez tenha sido exatamente isso que me fez entender que eu precisava dar um passo maior. Hoje assumo minha pré-candidatura a deputada federal. Quero representar quem trabalha, empreende, produz e também as famílias que muitas vezes não se sentem representadas pela política.”

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