Mar, areia e sol. Essas são algumas das coisas que os veranistas sabem que irão encontrar durante a temporada de verão. Mas, em meio a esse ambiente típico da estação, surge uma pergunta simples: o que mais combina com a beira-mar? O que, na opinião dos veranistas, não pode faltar além do “mar, areia e sol”?
CLIQUE AQUI PARA ENTRAR NA COMUNIDADE DO ABCMAIS NO WHATSAPP

Foto: Isaías Rheinheimer/GES-Especial
Para responder a essa questão, conversamos com veranistas nesta terça-feira (6), ouvindo diferentes histórias, costumes e preferências que ajudam a completar a experiência de um dia à beira-mar.
As respostas mostram que, embora o mar, a areia e o sol sejam o pano de fundo, a experiência de estar na praia é construída por pequenos detalhes, como brincadeiras, sabores, leitura, esporte e, principalmente, convivência. Cada veranista leva para a beira-mar um pouco do seu jeito de aproveitar o verão, transformando a praia em um espaço de lazer, encontro e boas histórias.

Foto: Isaías Rheinheimer/GES-Especial
Para a representante comercial Gaziela Valim, de 38 anos, moradora de Porto Alegre, a praia pede movimento e diversão compartilhada. Segundo ela, uma brincadeira que é símbolo da praia precisa fazer parte deste combo. “Não pode faltar uma brincadeira com os amigos e com a família, um frescobol sempre cai bem”, destacou, citando o tradicional jogo de raquetes e bolinhas.
A convivência em família também apareceu com força na fala do vigilante Rafael Sé da Silva, 41, que aproveitava a tarde ao lado do filho Pedro Sérgio da Silva, 8. Para ele, o essencial é ter uma bola por perto. “Ah, não pode faltar na beira da praia futebolzinho, futebolzinho com o filho, o baldinho de areia da filha brincando, fazendo castelinho, pegando água, catando conchinha, isso não pode faltar”, conta.

Foto: Isaías Rheinheimer/GES-Especial
Já para a analista de sistemas Aline Amorim Kaiser, 30, moradora de Novo Hamburgo, a combinação perfeita envolve sabores típicos do verão. Acompanhada da família e do filho Theo, ela não teve dúvidas. “Não pode faltar o milho, né? Milho na espiga ou no copo, tanto faz. E também a água de coco. A gente não pegou ainda (água de coco), mas é o próximo que vou pedir”, afirma.
Entre os pequenos, a diversão também é levada a sério. A moradora de Santa Maria do Herval, Isabelli Scholl, 6, que estava acompanhada da mãe, a bancária Michele Kaeffer, 43 anos, entende que a praia é sinônimo de imaginação e mãos cheias de areia. “Não pode faltar castelinho de areia”, disse a menina, enquanto cavava um buraco profundo na areia em busca de água para completar o castelo que construía.
CLIQUE AQUI PARA RECEBER NOSSA NEWSLETTER

Foto: Isaías Rheinheimer/GES-Especial
Nem só de brincadeiras vive a beira-mar. Para a professora Giulia Delazzeri, 30, de Caxias do Sul, a praia também é um espaço de pausa e contemplação. “Um bom livro pra ler na frente do mar é tudo de bom”, resume.
Ela aproveitava a calmaria na beira-mar para ler Oração para Desaparecer, de Socorro Acioli, obra que mistura realismo mágico, mistério e ancestralidade, conectando Brasil e Portugal em uma história sobre identidade e pertencimento.

Foto: Isaías Rheinheimer/GES-Especial
Para fechar a enquete, o comerciante Fabrício Carlo de Souza, 50, de São Leopoldo, trouxe outra combinação clássica do verão. “Não pode faltar caipirinha da praia. Essa é importante. E a turma pra jogar um vôlei no sol. Aí tudo fica completo”, destaca.

Foto: Isaías Rheinheimer/GES-Especial