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CONSUMO

Acordos e pesquisa para economizar na compra do material escolar

Procon dá dicas para economizar

Publicado em: 05/02/2026 às 09h:06 Última atualização: 05/02/2026 às 09h:06
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Com a proximidade do período de volta às aulas, a compra de materiais escolares se torna um trabalho conjunto dentro das famílias, que combinam estratégias para que os pais saiam satisfeitos com o valor investido e os filhos com os itens selecionados. Os acordos incluem pesquisa de preço e escolha dos produtos em parceria.

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Famílias articulam estratégias para comprar bem e gastar pouco na volta às aulas | abc+



Famílias articulam estratégias para comprar bem e gastar pouco na volta às aulas

Foto: Paola Altneter/GES-Especial

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Uma das clientes que fez pesquisa de preço para garantir valores acessíveis foi Maria da Graça da Silva Braz, 69 anos, de São Leopoldo. Para ela, a diferença do custo entre os mesmos itens é principalmente devido às marcas. “Antes de sair de casa eu falo para ele [o neto]: ‘os cadernos tu pode pegar um mais caro e outros dois mais baratos'”, diz. Outra estratégia da família é comprar os itens essenciais e depois ir repondo o que for necessário.

Para a bancária Alessandra Brasil, 44, de Novo Hamburgo, a diferença dos valores se deve principalmente à aparência dos produtos, além da qualidade. “A gente tenta atender essas duas questões, durabilidade e aparência, para que eles tenham o estojo completo com os itens que desejam, mas que também não pese tanto no orçamento”, explica. Uma das estratégias é investir em itens que serão mais utilizados, como caderno, e manter a compra nos estabelecimentos onde estão habituados e já conhecem os valores.

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Já a doméstica Lane Silva, 35, de Novo Hamburgo, prioriza investir em itens que precisam de longa vida útil, como lápis e canetas, e seleciona cadernos mais em conta, afinal, os dois filhos utilizam mais de dez cada. “É por conta dos personagens que fica mais caro, como eles [os filhos] são mais grandinhos e adolescentes, não tem muito esse negócio.”

Procon dá dicas

O Procon RS realizou em janeiro uma nova edição da pesquisa anual de preços de materiais escolares no Rio Grande do Sul. No comparativo geral, consideram-se dez cidades, e os itens mais baratos totalizaram R$ 36,78, enquanto a lista com os itens mais caros somou o valor de R$ 1.304,28, uma diferença superior a 3.400%. A pesquisa considerou 20 produtos que integram uma lista básica de materiais escolares, como caderno, lápis de cor, borracha, tesoura, caneta esferográfica, estojo, entre outros.

De acordo com o titular da Secretaria de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos (SJCDH), pasta a qual o Procon responde, Fabricio Peruchin, o período de volta às aulas impõe custos que as famílias podem manejar. “Observamos que os valores dos produtos variam conforme os fabricantes, marcas, quantidades e até mesmo entre as regiões do Estado. Hoje, a pesquisa que sempre recomendamos aos consumidores também pode ser realizada sem sair de casa, pelo aplicativo Menor Preço Nota Fiscal Gaúcha.”

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