A manhã desta terça-feira (16) foi momento de mais um marco na educação de Estância Velha, pois a Escola Municipal de Ensino Fundamental (Emef) Ervino Ritter oficializou a fundação da CoopRitter, contemplada no Programa Cooperativas Escolares do Sistema Sicredi, que visa a ampliar as oportunidades e vivências escolares dos alunos.

Foto: Paola Altneter/GES-Especial
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Segundo a professora de língua portuguesa e orientadora da cooperativa, Maria Rejane Gehrke, as atividades acontecem por meio de jogos e a primeira fase da Cooperlandia foi concluída com a fundação da CoopRitter. Agora, o próximo passo é desenvolver o objeto de aprendizagem, atendendo o pinheiro social e o pinheiro econômico da cooperativa.
Os encontros dos cooperados vão acontecer às segundas e sextas-feiras, contemplando os 22 alunos do 6º ao 9º anos da instituição. Uma das primeiras metas da cooperativa é a produção de camisetas que representem e identifiquem o grupo.
Para Maria, a importância da cooperativa na instituição é o crescimento pessoal dos alunos. “São atividades nas quais todos os alunos conseguem desenvolver habilidades diferentes, que em sala de aula eles não conseguiriam”, afirma.
A presidente da CoopRitter, Larissa Henn Padilha, 13 anos, do 7º ano, conta que um dos objetivos é a produção de um jornal no mural da escola, divulgando os principais eventos, avisos e notícias. Já a vice-presidente, Gabriela Schebella, 14, do 9º ano, ressalta que as iniciativas vão contribuir para os cooperados desenvolverem o trabalho em equipe e a união.
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Em Estância Velha esta é a segunda escola com cooperativa, que participa de uma trilha de aprendizagem. A primeira foi a Emef Anita Garibaldi, que este ano completa cinco anos da CoopAnita.
Atuação da CoopRitter
O diretor do Departamento de Pesquisa, Bernardo Kickorv Rodrigues, 13, do 7.º ano, explica que um dos planos é a venda de sal grosso temperado, arrecadado por doações e com tempero plantado na escola, nos eventos escolares, como na entrega de boletins, por exemplo, para melhorar a experiência dos cooperados, investir na estrutura da instituição e contribuir na limpeza.
“Isso vai ajudar a gente a perceber como a gente pode ajudar a escola e a cuidar do nosso próprio dinheiro, porque com a venda do sal a gente precisa administrar o dinheiro que entra e que sai”, diz.
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A diretora da Emef Ervino Ritter, Patrícia Aline Schereter, destaca que a fundação da CoopRitter vem para ampliar os horizontes dos alunos, com atuação em diversas áreas. “Sempre lembrando a questão do cooperar, de ser solidário e do empreendedorismo”, afirma.