Um ambiente pensado para desenvolver as diferentes expressões e manifestações da arte, de maneira inclusiva e diversa. Assim é o ateliê da Emei Paulo Sérgio Gusmão, no bairro Jardim Mauá. O espaço — cuidadosamente pensado e cuidado pela professora Joseane Farias — recebe os 117 alunos das faixas etárias zero a três todas as semanas.

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Divididos em grupos, os pequenos têm um momento especial na semana para experimentar os diferentes materiais e conhecer mais sobre a cultura dos povos originários — isso porque a escola integra a Rede Sementeira e trabalha a diversidade em todos os ambientes da comunidade escolar. Inclusive, foi no ateliê que os pequenos artistas conheceram a capulana, tradicional tecido africano com origem em Moçambique e que tem diversos usos nesta cultura. “Eles ficaram encantados em saber que era com esse tecido que as mães africanas carregavam seus filhos, assim como muitos de nós levamos nossos bebês hoje em dia”, comenta a professora.
A imersão vai além dos materiais palpáveis. “Quando trabalhamos alguma cultura específica, colocamos música típica daquele povo para fomentar ainda mais a vivência das crianças neste momento”, conta Joseane, ao destacar que os alunos são livres para explorar todo o ateliê.

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Foto: Francine Silva/Divulgação