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REGIÃO

Cães de raça da Turquia estão presentes nas propriedades rurais da região

Animais são reconhecidos mundialmente por sua força e resistência, e podem ser encontrados em Nova Petrópolis

Publicado em: 10/05/2026 às 15h:43 Última atualização: 10/05/2026 às 15h:43
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Para auxiliar com o trabalho de segurança nas propriedades rurais, nos últimos anos, desembarcaram no Rio Grande do Sul os cães da raça Kangal. Originários da Turquia, estes animais se transformaram em uma alternativa para auxiliar o trabalho no campo. 

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Cães Kangal têm origem na Turquia, e podem ser encontrados no Rio Grande do Sul | abc+



Cães Kangal têm origem na Turquia, e podem ser encontrados no Rio Grande do Sul

Foto: Divulgação

Os cães Kangal são reconhecidos por possuir um porte robusto, além de contar com uma mordida forte, sendo ideais para coibir crimes nas propriedades rurais como o abigeato, que é o roubo de gado nas fazendas.

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Em Nova Petrópolis, uma fazenda é responsável pela criação de filhotes da raça, com o objetivo de conectar os cães a produtores rurais de diversas regiões do Estado. “O Kangal é muito mais do que um animal de estimação, e não há combinação melhor para essa raça do que um produtor rural. Nossos cães prosperam sob esses cuidados e têm sua verdadeira natureza valorizada como em nenhum outro ambiente”, explica Cristina Grenke, proprietária do canil dedicado à criação dos Kangal.

Criação funcional

De acordo com Cristina, o trabalho do espaço é baseado na criação funcional da raça, e não apenas na parte estética. Ela, que também é produtora rural, contou que começou a criar os cães com o objetivo inicial de proteger a propriedade de sua família. 

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Ela destaca que, além de sua força, os cães da raça Kangal conseguem trabalhar de forma excepcional em grupo, atuando em equipe com outros animais. “Atualmente, os Kangals são utilizados com sucesso em diversas partes do mundo: da Turquia à Europa, África e Américas, reduzindo perdas causadas por predadores e inibindo furtos em fazendas e propriedades rurais”, explica. 

 

 

 

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