Uma iniciativa que une a conscientização ambiental ao lazer. Esta é a De Olho no Óleo, ação realizada mensalmente pela Corsan em cidades atendidas pela empresa. Nesta terça-feira (20), 11 hóspedes do lar de idosos Residencial e Reabilitação Luz da Vida, no Centro de Estância Velha, puderam desfrutar de um bate-papo e de uma oficina de produção de sabão em barra a partir do uso do óleo de cozinha que seria jogado fora.
O óleo de cozinha é altamente poluente e seu descarte incorreto é capaz de gerar uma série de malefícios ao meio ambiente, como a impermeabilização e a contaminação do solo, entupimento de redes de esgoto e poluição dos lençóis freáticos.
“Eu já sabia fazer sabão antes porque minha mãe fazia, mas nunca tinha feito porque eu era nova na época. Achei a atividade muito linda, é muito legal e a gente aprende, é uma reunião boa”, elogia a aposentada Geni da Silva Cardoso, 71 anos.
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Jorge Vilibaldo Schneider, 69, também gostou da ação. “Eu já sabia fazer porque lá em casa a gente fazia de tudo, mas gostei de participar porque é uma coisa diferente. É uma coisa boa e muito gratificante.”
Benefícios da atividade
Responsável por ministrar a atividade e coordená-la na diretoria Sul da regional Sinos da Corsan, o analista de responsabilidade social Airton Rodrigues da Silva Júnior ressalta a importância da realização da iniciativa.
“Nós fazemos essa ação em asilos, escolas e grupos de moradores sempre tentando levar a perspectiva da preservação do meio ambiente e o cuidado com a nossa saúde. A conscientização é a nossa maior ferramenta para poder lidar com diversos problemas que temos no mundo”, destaca.
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“Um dos maiores que a gente tem é a poluição, então a nossa proposta é de que as pessoas tenham consciência da importância do descarte correto de óleo”, continua Silva Júnior.
Para a proprietária do Residencial e Reabilitação Luz da Vida, Paloma Silva Decussati, a ação acaba contribuindo também para o bem-estar e saúde dos idosos participantes. “A gente procura deixá-los ativos, porque quanto mais ficarem parados, mais debilitados eles ficam”, comenta.
“Eles também têm essa questão de saber, de curiosidade, que é muito bom, eu tenho certeza que eles vão querer fazer o próprio sabão. Desde que souberam que a atividade aconteceria, eles já começaram a querer guardar o óleo e lembravam a gente. Eles são muito espertos e aprendem tudo”, continua.