Inserir culturas diversificadas no ensino dos alunos é uma proposta da Emei Vivendo e Aprendendo, no bairro Redentor, começando pela faixa etária 1 em estudo das origens afrobrasileira e indígena. “Criamos vários espaços para eles, fortalecendo essa valorização”, aponta a diretora Cláudia Morais.

Foto: Fotos Ana Paula Figueiredo/GES-Especial
A partir da formação no Grupo das Sementeiras da Educação para Relações Étnico-Raciais (Erer), a professora referência das faixas 1 a 3, Ana Paula Machado, criou o projeto Conhecendo as culturas através dos sabores, aromas e brincadeiras. “Foi um desafio pensar o que abordar com crianças tão pequenas. Como elas gostam de tocar e sentir, pensamos em trazer os alimentos para estudo”, relata.
Junto às professoras Poliana Martini e Gislaine Santos da Rosa, Ana pesquisou sobre a mandioca, o milho, a erva-mate e a farinha de milho. “Nos surpreendemos como essas culturas fazem parte do nosso cotidiano. Passamos muito tempo exaltando os europeus e esquecemos nossas raízes”, destaca. O estudo da vez é fazer as crianças conhecerem os aromas dos chás, presentes nas duas cultura.

Foto: Ana Paula Figueiredo/GES-Especial

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