Toda vez que um dos alunos da professora Joseane não cumprisse uma tarefa, ele tinha que desembolsar um valor da sua carteira. Da mesma forma, se fizesse tudo conforme o combinado, receberia um pagamento como recompensa. E foi assim que a turma da Emeb Tancredo Neves, no bairro Canudos, aprendeu sobre economia em sala de aula.

Foto: Francine Silva/GES-Especial
Com cédulas de mentirinha, as crianças foram inseridas no sistema de compra e venda, pagamentos e a economia como um todo. “Primeiro, começamos com o projeto ‘De mãos em mãos’, onde eles montaram um mercadinho fictício e confeccionaram as suas próprias carteiras. Depois, fomos para o projeto ‘Economia na sala de aula’, para que eles aprendessem a noção dos valores e de como funciona o mercado de trabalho”, detalha.
E enquanto eles aprendiam a lidar com o dinheiro de “continha”, as crianças foram aprimorando o conhecimento dos números e aprendendo a fazer cálculos. Até porque não foi só a cédula que entrou na sala de aula. O Pix, o cartão de crédito e as carteiras digitais também fizeram parte das lições. “Fizemos um cofrinho em sala de aula para que as crianças levassem para casa e já tem vários guardando seus próprios dinheiros e aprendendo a economizar”, destaca.

Foto: Francine Silva/GES-Especial

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