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SAÚDE

Em ação especial, São Leopoldo fará cadastro de doadores de medula óssea

Mutirão ocorre no dia 17 de julho, mediante agendamento, e busca aumentar as chances de transplante para pacientes de todo o país

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Publicado em: 07/07/2026 às 19h:03 Última atualização: 07/07/2026 às 19h:09
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Atualmente, o Brasil possui duas mil pessoas aguardando um doador de medula óssea, segundo o Ministério da Saúde, 26% a mais em relação a 2022, quando eram 1.637 pacientes. Apenas 30%, porém, encontra um doador compatível dentro da própria família. Os outros 70% dependem de algum doador voluntário. Por isso, a importância de aumentar o número de pessoas cadastradas
no Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea (REDOME). Aqui na região, somente Porto Alegre possui locais onde este cadastro pode ser feito. Pensando nisso, que o Hospital Centenário em parceria com a secretaria de Saúde de São Leopoldo (Semsad) e o governo do Estado realizam no dia 17 de julho uma ação especial de cadastro de doadores de medula óssea.
Interessados devem agendar pelo Whatsapp da Semsad (51 99557 8541) o quanto antes, pois as vagas são limitadas. Serão feitos apenas cem cadastros em função da logística de armazenamento e transporte do material coletado.

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Hospital Centenário fará ação para cadastrar doadores de medula óssea



Hospital Centenário fará ação para cadastrar doadores de medula óssea

Foto: Jefferson Couto/Prefeitura São Leopoldo

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Quem pode participar

Para se cadastrar, é necessário ter entre 18 e 35 anos, apresentar documento oficial de identidade com foto e estar em bom estado geral de saúde. Pessoas com doença infecciosa ou incapacitante, ou com histórico de doença neoplásica, hematológica ou do sistema imunológico, não podem realizar a doação. Outras condições de saúde são avaliadas caso a caso, sem que isso represente impedimento automático.
“Para muitos pacientes com leucemia, linfoma ou anemia aplástica, a medula óssea é a única chance real de cura. Como a compatibilidade fora da família é rara, cada nova pessoa cadastrada aumenta as chances de salvar uma vida”, destaca a enfermeira Fernanda Estrella, uma das responsáveis pela ação.
O processo de cadastro é rápido e acolhedor.

O voluntário assina um termo de consentimento livre e esclarecido, preenche uma ficha com informações pessoais e passa por uma coleta simples de sangue, utilizada para identificar suas características genéticas e incluir seu perfil no banco nacional de doadores. Quanto maior o número de pessoas cadastradas, maiores são as chances de compatibilidade para pacientes que aguardam um transplante em todo o país.

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